João Paulo Magalhães afirmou que Thiago Alves é um profissional qualificado e de sua confiança ao defender a contratação do dirigente para o cargo de gerente de futebol do Botafogo. A declaração foi feita em um áudio vazado, em meio às críticas à escolha.
O presidente disse que Alves não voltaria ao Brasil se não fosse a pedido dele. Segundo João Paulo, o profissional trabalhava no exterior nos últimos três ou quatro anos. Ele também afirmou que o novo gerente tem experiência, boa relação profissional e participou de projetos ligados ao futebol.
Ao comentar as reclamações, João Paulo declarou: “Chiem o que quiser”. Ele também disse que Alves é “o meu cara de confiança” durante o período de transição, considerado por ele delicado para o clube.
Thiago Alves foi contratado depois de trabalhar no Boavista, assim como o auxiliar Marcelo “Fera” e o preparador físico Ronaldo Torres. As contratações ocorreram durante a transição da venda da SAF para a GDA. Paulo Bonamigo havia fechado para o cargo de coordenador técnico, mas desistiu após rejeição da torcida.
Argumentos citados
No áudio, João Paulo mencionou a trajetória de Alves e afirmou que o dirigente trabalhou na CBF, foi medalhista olímpico e conduziu o projeto das Academies da Juventus nos Estados Unidos. Também citou a possibilidade de consultar atletas que trabalharam com ele, incluindo Bruno Guimarães, Matheus Cunha e Arthur Cabral, participantes do ciclo olímpico.
Imagens de João Paulo e Thiago Alves viralizaram nas redes sociais. As publicações indicaram uma tendência do presidente de contratar pessoas que trabalharam com ele no Boavista, clube que já foi gestor.
João Paulo também declarou que o time atravessa um momento difícil, mas avaliou que o elenco é bom e pode reverter a situação. Nos bastidores, ele é apontado como uma ligação entre o Brasil e Gabriel de Alba, empresário que se tornou próximo do presidente. A expectativa é de que João Paulo continue relevante nas decisões do Botafogo após a conclusão da venda para a GDA.







