Terça-feira, 8 de setembro de 2026
Dólar R$ 5,13 · Euro R$ 5,95 · Ibovespa 185.147 +0,00% Brasília 18°C 18° / 26°
Esportes

Mascote Tom levou atriz a perder peso e participar de show de Ivete

Aylla Lacerda relembra o esforço físico, o anonimato e a participação inesperada no encerramento das Paralimpíadas de 2016.

Mascote Tom levou atriz a perder peso e participar de show de Ivete

A participação de Aylla Lacerda como Tom, mascote das Paralimpíadas de 2016, terminou com uma entrada no show de Ivete Sangalo durante a cerimônia de encerramento, no Maracanã. A atriz estava dentro da fantasia quando uma criança correu para abraçá-la; em seguida, descobriu que o menino era filho da cantora.

O encontro ocorreu no túnel do estádio, depois que o carro de Ivete chegou ao local. Eric Malvão, então namorado de Aylla e hoje marido dela, conversou com a organização da Rio 2016 para encontrar uma maneira de incluir a mascote na apresentação. A participação foi aprovada, e Aylla também teve acesso ao camarim e tirou uma foto com a cantora.

Calor, peso e anonimato

A rotina como Tom começou meses antes dos Jogos e continuou além dos 12 dias do calendário oficial. Aylla participou de festividades e acompanhou atividades em locais de competição sem revelar sua identidade. Um contrato de confidencialidade firmado pela organização da Rio 2016 impediu que ela falasse publicamente sobre o trabalho por alguns anos.

A fantasia chegou a pesar 13kg antes de ser modificada. Segundo Aylla, o traje apertava o abdômen e tornava difícil até comer antes das apresentações. Em um dos dias, ela afirma ter perdido dois quilos por causa do suor. “Era uma coisa que exigia muito do físico”, disse a atriz.

A escolha de Aylla também esteve relacionada à altura. Para vestir Tom, era necessário ter baixa estatura, e ela mede 1,60m. Eric participou do processo que selecionou as pessoas responsáveis por interpretar Tom e Vinícius, mascote das Olimpíadas.

Interação com atletas e torcedores

Eric atuou como diretor artístico nas Olimpíadas e Paralimpíadas. Ele definia os movimentos das mascotes, criava coreografias e orientava os atores que usavam as fantasias. Durante as competições, Aylla passava horas sob a roupa e tinha a tarefa de interagir com o público.

A atriz diz que as crianças reagiam à mascote como se ela fosse um desenho próximo delas. Também guarda lembranças do contato com os atletas e das muitas fotos tiradas ao longo do evento.

Caminhos depois dos Jogos

Aylla e Eric continuaram trabalhando com mascotes e prestaram serviços a clubes de futebol, como Flamengo e Fluminense. Atualmente, o casal se dedica ao teatro. Eles afirmam que a experiência na Rio 2016 trouxe ganhos profissionais e também marcou a vida pessoal: depois dos Jogos, se casaram e tiveram Lavínia, de quatro anos.

Para Eric, o trabalho teve impacto sobre as pessoas envolvidas no projeto. Ele contou que recebeu mensagens de agradecimento depois de uma matéria sobre Vinícius e afirmou: “Foi muito cansativo, mas valeu a pena, e eu faria tudo de novo.”

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

NewsletterCinco leituras por manhã.

Mais lidos

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5