Terça-feira, 8 de setembro de 2026
Dólar R$ 5,13 · Euro R$ 5,95 · Ibovespa 185.147 +0,00% Brasília 18°C 18° / 26°
Mundo

Bispo questiona recomendações sobre aborto e pede manutenção de salvaguardas na Escócia

John Keenan criticou propostas que, segundo ele, ampliariam o acesso ao aborto e retirariam exigências previstas na legislação escocesa.

Bispo questiona recomendações sobre aborto e pede manutenção de salvaguardas na Escócia

O bispo John Keenan afirmou que recomendações sobre a legislação de aborto na Escócia podem permitir o procedimento até o nascimento e retirar a exigência de aprovação de dois médicos para abortos realizados até 24 semanas. Ele pediu que representantes eleitos rejeitem mudanças que, em sua avaliação, enfraqueceriam as proteções legais existentes.

Presidente da Conferência dos Bispos da Escócia, Keenan também criticou a possibilidade de a legislação futura deixar de mencionar o aborto seletivo por sexo. Para ele, isso poderia permitir a interrupção da gravidez porque o bebê é considerado do sexo errado.

O governo escocês não planeja alterar a lei entre 2026 e 2027, mas pretende avançar com recomendações de um grupo consultivo e financiar abortos em estágio avançado. Keenan disse que o grupo excluiu vozes pró-vida e adotou o princípio de “não regressão” na oferta de aborto. Por isso, afirmou que a iniciativa não tem legitimidade nem credibilidade.

“Cada criança não nascida é uma vida humana única que merece proteção, e cada mãe deve ser apoiada”, disse o bispo. Ele também classificou como graves as questões morais e sociais levantadas pela oferta de abortos em estágio avançado e pelo possível enfraquecimento das salvaguardas legais.

Outros casos citados

O Colégio de Médicos de Quebec declarou apoio à eutanásia de bebês recém-nascidos em circunstâncias específicas. O grupo afirmou que a assistência médica para morrer poderia ser considerada tratamento adequado para bebês com dor extrema não aliviável, malformações graves ou síndromes polissintomáticas graves que eliminem qualquer perspectiva de sobrevivência. Segundo o colégio, os pais deveriam poder obter esse cuidado nessas condições.

Nos Estados Unidos, o estado de Kentucky abriu uma ação civil contra a Mayday Health, organização sem fins lucrativos pró-aborto, por anúncios de pílulas abortivas. A entidade divulgou os medicamentos em uma faixa levada por avião sobre a Feira Estadual de Kentucky.

O procurador-geral Russell Coleman disse que ativistas estariam anunciando drogas ilegais sobre Louisville. O escritório dele informou que investigava pílulas abortivas enviadas pelo correio desde janeiro e apresentou a ação contra a Mayday Health em 3 de setembro, alegando que ativistas de fora do estado violaram a lei de Kentucky.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

NewsletterCinco leituras por manhã.

Mais lidos

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5