ARLINGTON, VIRGÍNIA — A Diocese de Arlington começou a reunir informações para avaliar a causa de santidade de Tom Vander Woude, que morreu ao salvar o filho mais novo, Joseph, que tem síndrome de Down. A iniciativa é uma etapa inicial do processo da Igreja Católica para determinar se Vander Woude poderá ser reconhecido como santo.
Vander Woude era pai de sete filhos. Quando Joseph, então adolescente, caiu em uma fossa séptica, o pai desceu ao tanque e o empurrou em direção à superfície, afastando-o dos gases tóxicos. Vander Woude, 66 anos, morreu no acidente em 8 de setembro de 2008. Ele deixou a esposa e os sete filhos.
Investigação da diocese
Após receber uma petição formal do postulador Waldery Hilgeman, a diocese pediu o envio de informações que possam afetar a causa. O bispo Michael Burbidge também está reunindo escritos de Vander Woude e documentos relacionados a ele.
O edito de Burbidge, assinado também pelo chanceler da diocese, monsenhor Paul deLadurantaye, afirma que o último ato de Vander Woude foi associado a uma vida cristã marcada por fé, caridade, humildade, fortaleza e serviço aos outros.
Burbidge tratou do caso em um podcast em 10 de setembro. Para o bispo, a análise não deve considerar apenas o episódio da morte, mas também a conduta de Vander Woude como marido, pai, cidadão e homem de Deus.
A causa é defendida por um grupo católico formalmente chamado Guilda Tom Vander Woude. Chris Vander Woude, um dos filhos de Tom, disse estar grato à Diocese de Arlington e ao bispo pelo avanço da investigação.
Chris afirmou que sente falta do pai diariamente, mas encontra consolação ao ver a história dele inspirar outras pessoas. Ele também disse que a família continua rezando para que a vontade de Deus seja feita durante o processo.







