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Fulton Sheen será beatificado em cerimônia em St. Louis

Arcebispo americano estudou em Roma, participou do Concílio Vaticano II e foi declarado venerável por Bento XVI.

Fulton Sheen será beatificado em cerimônia em St. Louis

O arcebispo Fulton J. Sheen será beatificado em 24 de setembro, em St. Louis. Ele será o primeiro bispo nascido nos Estados Unidos a receber essa designação.

Conhecido pelo trabalho na mídia católica, Sheen estudou filosofia e teologia na Europa depois de ser ordenado. Passou por Leuven, na Bélgica, Paris e Roma. Na capital italiana, obteve doutorado em teologia pela Pontifícia Universidade de São Tomás de Aquino, conhecida como Angelicum, onde estudou de 1923 a 1924.

Naquele período, a instituição funcionava na Via San Vitale. A universidade foi transferida para a sede atual, na Igreja de São Domingos e São Sixto, em 1932. Em 1923, o papa Pio XI publicou a encíclica Studiorum Decem, que elogiava a atuação do Angelicum na promoção do pensamento de São Tomás de Aquino.

Atuação religiosa e pública

Em 1935, Pio XI recebeu Sheen em uma audiência privada, quando o religioso já era conhecido pelo programa de rádio da NBC, The Catholic Hour. Nomeado monsenhor no ano anterior, Sheen foi orientado pelo papa a estudar as obras de Karl Marx e Vladimir Lenin e a alertar o público americano sobre os riscos do comunismo soviético.

Em 28 de maio de 1951, Pio XII nomeou Sheen bispo auxiliar da Arquidiocese de Nova York. A consagração episcopal ocorreu em 11 de junho de 1951, na Basílica dos Santos João e Paulo. Sheen se tornou bispo de Rochester, Nova York, em 1966 e arcebispo titular de Newport, no País de Gales, em 1969.

O Vaticano também o nomeou diretor nacional da Sociedade para a Propagação da Fé em 1950. Ele permaneceu no cargo por 16 anos e se reuniu em Roma com Pio XII, João XXIII, Paulo VI e integrantes da Cúria Romana. Em 21 de maio de 1961, João XXIII o convidou para consagrar 14 novos bispos missionários na Basílica de São Pedro.

Sheen participou das quatro sessões do Concílio Vaticano II, realizado de 1962 a 1965. Em 1965, conheceu Joseph Ratzinger, que mais tarde se tornou o papa Bento XVI. Em julho de 2012, Bento recordou o trabalho com Sheen na elaboração do decreto Ad Gentes e disse que ele os fascinava à noite com suas palestras. Em 28 de junho de 2012, Bento reconheceu a virtude heroica de Sheen e o declarou venerável.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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