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Leão XIV destaca mártires modernos como força de evangelização

Em Roma, o papa afirmou que o testemunho de cristãos mortos por sua fé sustenta a mensagem da Igreja no mundo atual.

Leão XIV destaca mártires modernos como força de evangelização

O Papa Leão XIV afirmou que o sacrifício de cristãos mortos por sua fé no século XXI é a maior força da Igreja para anunciar o Evangelho. A declaração foi feita no encerramento de uma conferência no Instituto Patrístico Augustinianum, em 16 de setembro.

O pontífice disse que o testemunho dos mártires supera ideologias e comunica a mensagem cristã de forma poderosa em todo o mundo. O encontro discutiu a Comissão para os Novos Mártires — Testemunhas da Fé, criada pelo Papa Francisco em 2023.

A iniciativa reúne e documenta a história de cristãos de diferentes denominações assassinados por causa de suas crenças desde o ano 2000. O objetivo é preservar a memória dessas pessoas e transformar seus exemplos em inspiração. Para o cardeal Marcello Semeraro, prefeito do Dicastério para as Causas dos Santos, o sangue compartilhado aproxima as igrejas cristãs para além das divergências teológicas.

Dorothy Stang

Entre os nomes citados esteve a freira americana Irmã Dorothy Stang, assassinada no Brasil, em 2005, enquanto defendia os direitos territoriais de povos indígenas na Amazônia. Em 2025, ela se tornou a primeira mulher dos Estados Unidos a integrar um memorial permanente em Roma dedicado aos mártires modernos.

Especialistas a descreveram como uma mulher contemplativa que considerava a destruição da natureza uma rebelião contra o Criador. Marcia Goodman, sobrinha de Dorothy, afirmou que a homenagem reconhece a crença da freira de que todos merecem um lar.

Perseguição religiosa

A conferência também relacionou o aumento da pressão sobre cristãos aos ataques de 11 de setembro de 2001, nos Estados Unidos. O Padre Roberto Regoli, da Fundação Joseph Ratzinger, disse que os conflitos globais posteriores produziram novas formas de perseguição.

O cardeal Pierbattista Pizzaballa, que atua em Jerusalém, relatou que jovens muçulmanos na Palestina aplaudiram uma mensagem cristã de rejeição à violência. O episódio foi apresentado como exemplo de que o testemunho de fé pode gerar diálogo e sinais de paz mesmo durante a guerra.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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