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Leão XIV fará viagem à França com paradas em Paris, Lourdes e Metz

Entre 25 e 28 de setembro de 2026, o papa participará de celebrações, encontros com jovens e visitas a enfermos e migrantes.

Leão XIV fará viagem à França com paradas em Paris, Lourdes e Metz

O Papa Leão XIV fará uma jornada apostólica pela França entre 25 e 28 de setembro de 2026, com compromissos previstos em Paris, Lourdes e Metz. A agenda inclui encontros com jovens, autoridades, enfermos e migrantes, além de discussões sobre inteligência artificial e imigração.

Em Paris, no dia 25 de setembro, o pontífice presidirá as vésperas solenes na Catedral de Notre-Dame. Será a primeira liturgia celebrada por um papa no local desde o incêndio de 2019, que destruiu parte da estrutura. Também está prevista uma missa na Place de la Concorde, espaço associado a execuções durante a Revolução Francesa e posteriormente renomeado como Praça da Harmonia, em referência à reconciliação nacional.

Vigília no Stade de France

Em Saint-Denis, Leão XIV participará de uma vigília para mais de 80 mil jovens no Stade de France, que sediou a final da Copa do Mundo de 1998. Ao fim do evento, será exposta a Túnica Sagrada, vestimenta atribuída a Jesus durante a paixão.

A peça é preservada na Basílica de Saint-Denis e raramente deixa o local. A exposição será apresentada como a primeira ocasião em que um papa testemunhará sua apresentação pública fora das ocasiões tradicionais, realizadas apenas a cada 50 anos.

Programação em Lourdes

Em Lourdes, o papa rezará na Gruta de Massabielle, onde a tradição católica afirma que Nossa Senhora apareceu a Santa Bernadette em 1858. O roteiro prevê a condução do rosário, uma procissão de tochas e uma missa campal na pradaria do santuário.

Leão XIV também visitará o Accueil Notre-Dame, centro que recebe peregrinos doentes e pessoas com deficiência. Embora milhares de curas sejam relatadas em Lourdes, a Igreja reconhece oficialmente 72 milagres como cientificamente inexplicáveis após análise médica.

A relação histórica entre a França e a Igreja Católica também aparece no roteiro da viagem. O país é chamado de “Filha Primogênita da Igreja” porque Clóvis I foi o primeiro grande governante bárbaro a se converter ao catolicismo, no ano 496. A França ainda abrigou a sede do papado em Avignon por quase 70 anos no século XIV.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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