São Paulo, Segunda-feira, 12 de outubro de 2026
Dólar R$ 4,99 · Euro R$ 5,58 · Ibovespa 209.067 -0,00% São Paulo 18°C 17° / 24°
Mundo

Líderes cristãos do Colorado defendem acolhimento a imigrantes e refugiados

Carta assinada por bispos e outros líderes afirma que a dignidade humana deve ser preservada durante o debate sobre imigração e segurança de fronteira.

Líderes cristãos do Colorado defendem acolhimento a imigrantes e refugiados

Bispos católicos e outros líderes cristãos do Colorado divulgaram uma carta em defesa do acolhimento a imigrantes e refugiados, em meio à continuidade das deportações promovidas pelo governo Trump nos Estados Unidos. A mensagem foi publicada em 5 de outubro, dia de festa de Santa Francisca Xavier Cabrini, durante o 250º aniversário da independência americana.

Intitulada “Um Povo Peregrino, Uma Esperança Compartilhada”, a carta afirma que a herança imigrante é parte essencial da identidade nacional dos Estados Unidos. Cabrini, padroeira dos imigrantes, foi a primeira americana canonizada.

O documento tem entre os signatários o arcebispo James Golka e o bispo auxiliar Jorge Rodriguez, de Denver; o bispo Stephen Berg, de Pueblo; e o padre Kyle Ingels, administrador diocesano de Colorado Springs. Também assinam líderes cristãos de outras denominações.

Os autores dizem respeitar os povos indígenas que viviam na região antes da fundação do país e lembram as pessoas trazidas pela escravidão. A carta também reconhece as contribuições de imigrantes e refugiados na agricultura, nos negócios, na ciência, na medicina e na tecnologia.

Sobre o Colorado, os líderes afirmam que imigrantes trabalharam em minas e campos, lecionaram, abriram empresas, atuaram em hospitais, formaram famílias e contribuíram para a vida cívica e religiosa.

Imigração e segurança

A mensagem aborda preocupações relacionadas à soberania nacional e à segurança de fronteira. Os signatários defendem tanto a responsabilidade do país de proteger a população e manter um sistema imigratório ordenado quanto o dever de tratar cada pessoa com justiça e misericórdia.

A carta pede que as leis respeitem a dignidade humana, protejam pessoas vulneráveis, preservem a unidade familiar e garantam processos legais justos. Ao final, os líderes convidam os fiéis a lembrar as histórias de imigrantes e refugiados, rezar pelos deslocados, apoiar ministérios que acompanham recém-chegados e construir relações entre pessoas de diferentes línguas, culturas e nacionalidades.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

NewsletterCinco leituras por manhã.

Mais lidos

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5