Luiz Inácio Lula da Silva recebeu 4.796 votos na Austrália e na Nova Zelândia, contra 2.643 de Flávio Bolsonaro, nas eleições presidenciais de 2026 no exterior. Os dados foram obtidos a partir dos boletins de urna disponibilizados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
O levantamento considera as urnas de Camberra, Sydney e Wellington. Na Austrália, Lula teve 4.562 votos e Flávio Bolsonaro, 2.579. Na Nova Zelândia, Lula registrou 234 votos, enquanto Flávio ficou com 64.
Na Austrália, Augusto Cury recebeu 331 votos e Renan Santos, 316. Romeu Zema teve 139 votos, seguido por Ronaldo Caiado, com 121. Samara registrou 26 votos; Hertz Dias e Clariana Barão, 14 cada; Edmilson Costa, 10; Rui Costa Pimenta e Wilson Grassi, seis cada.
Na Nova Zelândia, Renan Santos somou 13 votos. Zema teve sete, Augusto Cury recebeu seis e Caiado, cinco. Samara registrou dois votos, e Hertz Dias, um.
Votação no exterior
Embora Lula tenha vencido em mais países, Flávio Bolsonaro aparece à frente na soma dos votos de diferentes nações. O resultado no Japão impulsiona a vantagem do senador no total do exterior, segundo os boletins levantados.
Lula venceu em países como China, Austrália, Arábia Saudita e Finlândia. Flávio Bolsonaro ficou à frente em Israel, Tailândia e Emirados Árabes Unidos. A distribuição desigual do eleitorado brasileiro faz com que países com comunidades maiores tenham mais peso na soma final.
Quase 1 milhão de brasileiros estão aptos a votar no exterior nas eleições de 2026. Há urnas em 186 cidades de 134 países, com maior concentração de eleitores nos Estados Unidos, em Portugal e no Japão.
A apuração oficial dos votos no exterior será divulgada pelo TSE após as 17h, no horário de Brasília, assim como ocorre com a votação no Brasil.








