A votação no exterior começou por Wellington, capital da Nova Zelândia, onde Lula recebeu 234 votos, contra 64 de Flávio Bolsonaro. A abertura ocorreu a partir das 16h de sábado (3.out), no horário de Brasília, e as urnas fecharam à 1h de domingo.
Na apuração divulgada pelo Tribunal Superior Eleitoral neste domingo (4.out.2026), Lula manteve desempenho semelhante ao de 2022 em países do Oriente e da Oceania. O presidente venceu novamente na Austrália, na Nova Zelândia, na Coreia do Sul e na China.
China e Japão
Na China, Lula somou 367 votos, enquanto Flávio Bolsonaro teve 203. O presidente ganhou em Pequim, Xangai e Cantão. O senador venceu na região administrativa de Hong Kong, reduzindo a diferença entre os dois nas seções chinesas.
No Japão, Lula alcançou 5.234 votos, resultado 937 votos superior ao do pleito anterior. Mesmo com o aumento, ele perdeu para Flávio Bolsonaro. O país é o 3º com mais eleitores brasileiros aptos a votar no exterior; em 2022, Lula havia perdido ali para Jair Bolsonaro.
Os últimos brasileiros a votar são os eleitores dos postos de San Francisco e Los Angeles, nos EUA, e de Vancouver, no Canadá. As urnas dessas cidades fecham às 21h do horário de Brasília, 4 horas depois do encerramento da votação em território nacional.
Os EUA concentram 265.437 brasileiros aptos a votar no exterior. Somados ao Canadá, os dois países norte-americanos têm 311.925 eleitores. Ao todo, 918.876 brasileiros estão habilitados no 1º turno, distribuídos por 225 locais de votação, 133 países e 186 cidades.
No exterior, a votação é apenas para presidente, das 8h às 17h, conforme o horário local. O eleitor precisa apresentar documento oficial com foto ou o e-Título, e o celular não pode entrar na cabine. Quem mantém o título registrado no Brasil deve justificar a ausência pelo aplicativo e-Título no próprio dia, em até 60 dias depois ou em até 30 dias após retornar ao país.








