São Paulo, Segunda-feira, 12 de outubro de 2026
Dólar R$ 4,99 · Euro R$ 5,58 · Ibovespa 209.067 -0,00% São Paulo 18°C 17° / 24°
Mundo

OMS cobra explicações da Rússia após segunda morte ligada a pneumonia grave

A OMS pediu informações sobre mortes e casos de pneumonia em Irkutsk; Moscou nega relação com a peste pneumônica.

OMS cobra explicações da Rússia após segunda morte ligada a pneumonia grave

Uma segunda morte registrada na região russa de Irkutsk aumentou a preocupação internacional sobre possíveis casos de pneumonia grave associados à bactéria da peste pneumônica, a Yersinia pestis. O óbito ainda não foi confirmado oficialmente, e o governo da Rússia nega que a doença esteja relacionada às mortes.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) solicitou formalmente a Moscou informações sobre o caso, o patógeno suspeito, as medidas sanitárias adotadas e novos registros de pneumonias de origem desconhecida.

Morte em instituto especializado

A preocupação começou após a morte de Darya Shipilova, de 28 anos, pesquisadora do Instituto de Pesquisa de Combate à Peste de Irkutsk, que atua na Sibéria e no Extremo Oriente. Ela foi internada em 29 de setembro com pneumonia grave e morreu em 2 de outubro.

Houve especulações de que a pesquisadora poderia ter sido exposta à Yersinia pestis durante o trabalho em laboratório, possivelmente após o rompimento de um tubo com o patógeno vivo. O Rospotrebnadzor, órgão regulador de saúde da Rússia, afirmou que a causa foi uma pneumonia de etiologia não especificada e reiterou que não há registros de peste na região.

Como precaução, dezenas de funcionários do instituto foram isolados. Cerca de 200 pessoas que tiveram contato com Shipilova ficaram sob observação médica.

Hospitais de Irkutsk adotaram restrições de atendimento, enquanto moradores relataram a presença de equipes médicas usando equipamentos de proteção. Reportagens sobre o possível surto desapareceram da internet, incluindo um comunicado oficial que recomendava evitar viagens a Shelekhov.

O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, pediu que a população ignore boatos e confie nas informações divulgadas pelo Rospotrebnadzor. O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, afirmou que o caso deve ser acompanhado, mas não representa motivo para pânico imediato. O presidente Donald Trump disse que os Estados Unidos podem oferecer assistência técnica ou humanitária à Rússia, se houver necessidade.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

NewsletterCinco leituras por manhã.

Mais lidos

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5