São Paulo, Domingo, 20 de setembro de 2026
Dólar R$ 5,16 · Euro R$ 5,91 · Ibovespa 185.229 +0,00% São Paulo 18°C 18° / 24°
Mundo

Rubio conclui viagem à América do Sul com acordos de segurança e energia

Secretário de Estado dos EUA visitou Colômbia, Equador e Peru para ampliar a cooperação contra o narcotráfico e conter a influência chinesa.

Rubio conclui viagem à América do Sul com acordos de segurança e energia

O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, concluiu nesta quinta-feira (10) uma viagem por Colômbia, Equador e Peru com acordos de segurança, minerais críticos e energia nuclear. O Brasil não fez parte do roteiro oficial.

No Peru, última escala da viagem, Rubio confirmou a entrada do país no Escudo das Américas, coalizão liderada pelos Estados Unidos para compartilhar inteligência no combate ao crime organizado transnacional. As reuniões também trataram de migração e comércio. O governo de Keiko Fujimori mantém investimentos americanos na base naval de Callao, além do status de aliado extra-Otan.

Em Quito, Rubio anunciou que o governo de Donald Trump solicitará ao Congresso americano 45 milhões de dólares adicionais para a segurança do Equador e 10 milhões para combater a mineração ilegal e o financiamento ilícito. Washington também prometeu fornecer embarcações para a Marinha equatoriana patrulhar o mar.

O Departamento de Estado classificou a facção Los Tiguerones como organização terrorista estrangeira. A medida permite a adoção de ações mais rigorosas contra o grupo, apontado como responsável por desestabilizar o país.

Na Colômbia, a visita marcou uma reaproximação diplomática com o governo do presidente Abelardo de la Espriella. Foram assinados dois memorandos de entendimento. Um trata de minerais críticos e terras raras, usados em tecnologias modernas e baterias, com o objetivo de reduzir a dependência do mercado chinês. O outro prevê cooperação em energia nuclear para fins civis e pesquisa científica.

Na área de segurança, Rubio garantiu apoio à modernização das forças colombianas com tecnologias como drones e radares para combater redes de tráfico. A viagem também buscou ampliar a influência econômica e política dos Estados Unidos na América do Sul e conter o avanço da China, principal parceira comercial de países como o Peru e investidora em infraestrutura na região.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

NewsletterCinco leituras por manhã.

Mais lidos

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5