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Política

Brasileiros no exterior começam a votar nas eleições de 2026

Votação começou pela Nova Zelândia e ocorre em 134 países; Portugal concentra o maior número de eleitores brasileiros.

Brasileiros no exterior começam a votar nas eleições de 2026
Foto: Vinícius Schmidt/Metrópoles

As urnas eletrônicas foram abertas na Europa para brasileiros aptos a votar nas eleições de 2026. A votação começou às 8h, no horário local de cada país, e segue até as 17h. Portugal reúne o maior eleitorado brasileiro no continente, com 134,7 mil pessoas habilitadas.

Ao todo, 918.876 brasileiros podem votar fora do país. A primeira votação começou na Nova Zelândia, no sábado (3/10), pelo horário de Brasília. Os últimos eleitores devem votar no Canadá, onde as seções encerram às 21h de domingo, também pelo horário de Brasília.

Nas eleições de 2022, havia 697.078 brasileiros cadastrados para votar no exterior, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O total cresceu 31,8% desde então. O eleitorado está distribuído por 134 países e 186 cidades. Lisboa é a capital europeia com mais votantes, com 78.833 brasileiros aptos.

Regras para votar fora do Brasil

Brasileiros com domicílio eleitoral no exterior votam exclusivamente para presidente e vice-presidente da República. As demais regras seguem os parâmetros aplicados aos eleitores que vivem no Brasil.

Fora do país, o horário das seções acompanha o fuso local, diferentemente do Brasil, onde a votação é unificada pelo horário de Brasília. A Justiça Eleitoral mantém locais de votação em embaixadas, repartições consulares e outros espaços definidos para receber os eleitores.

A organização é feita pelo Tribunal Superior Eleitoral, pelo Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF) e pelo Ministério das Relações Exteriores. Para instalar uma seção no exterior, é necessário haver pelo menos 30 eleitores aptos na circunscrição. Se esse número não for atingido, a Justiça Eleitoral pode juntar a seção a outra do mesmo município eleitoral e país.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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