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Política

Clubes rejeitam restrições a bets e calculam perda de R$ 1 bilhão

Times afirmam que 13 dos 20 clubes da Série A têm contratos com casas de apostas e defendem a manutenção do mercado regulado.

Clubes rejeitam restrições a bets e calculam perda de R$ 1 bilhão

Clubes de futebol se manifestaram contra possíveis mudanças nas regras para bets e jogos on-line pelo governo de Luiz Inácio Lula da Silva. A estimativa apresentada pelas equipes é de impacto de aproximadamente R$ 1 bilhão caso o mercado de apostas seja proibido.

Flamengo, Fluminense, São Paulo, Santos, Botafogo, Vasco e Palmeiras divulgaram a posição. Também participaram as contas oficiais dos campeonatos Paulista e Carioca e a Federação Nacional dos Atletas Profissionais de Futebol. O Corinthians informou que publicará a nota no site.

Dos 20 clubes da Série A, 13 têm contratos de patrocínio master com casas de apostas. Em manifestação conjunta, os clubes usaram a frase “O fim do futebol brasileiro” e defenderam a continuidade do mercado regulado.

A reação ocorreu após a informação de que o governo prepara uma medida provisória para proibir jogos on-line, como cassinos virtuais, e restringir apostas esportivas. Na 4ª feira (16.set.2026), Lula disse ter “disposição pessoal” para acabar com as bets e comparou o endividamento provocado pelas apostas ao vício em crack. O presidente afirmou que precisa considerar a opinião da sociedade antes de decidir.

Argumentos dos clubes

As equipes reconheceram os problemas sociais relacionados às apostas, principalmente entre pessoas em situação de vulnerabilidade. Para os clubes, os riscos devem ser enfrentados com fiscalização, prevenção, educação e mecanismos de proteção, sem interromper o mercado regulamentado.

A nota afirma que as empresas autorizadas se tornaram uma das principais fontes de receita do esporte. Os recursos, segundo os clubes, sustentam estruturas administrativas, centros de treinamento, projetos sociais, futebol feminino e formação de atletas.

As equipes também disseram que uma mudança abrupta poderia comprometer contratos e planejamentos financeiros firmados sob o atual marco regulatório. Na avaliação apresentada, o fim do mercado regulado levaria consumidores a plataformas clandestinas, sem pagamento de impostos e sem mecanismos de proteção.

Os clubes defenderam o combate à ilegalidade, o fortalecimento da fiscalização e o aperfeiçoamento das medidas de proteção. Também afirmaram estar à disposição do Governo Federal, do Congresso Nacional, das Autoridades Estaduais e Municipais para colaborar na criação de ações de educação e conscientização.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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