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Política

Cripta Imperial será reaberta em São Paulo no feriado de 7 de Setembro

Espaço que guarda os restos mortais de D. Pedro 1º e de duas imperatrizes passou por obras de R$ 5,3 milhões.

Cripta Imperial será reaberta em São Paulo no feriado de 7 de Setembro

A Cripta Imperial, no subsolo do Monumento à Independência, será reaberta ao público nesta 2ª feira (7.set.2026), durante as celebrações dos 204 anos da Independência do Brasil. A entrada será gratuita e não será necessário retirar ingresso antecipadamente.

O espaço, localizado no Parque da Independência, em São Paulo, estava fechado desde 2022. De acordo com a Prefeitura de São Paulo, as obras de revitalização receberam investimento de R$ 5,3 milhões e foram realizadas no Museu da Cidade de São Paulo.

A programação começa às 14h30, com a cerimônia de reabertura. Às 15h, o Ensemble FTM, grupo da Fundação Theatro Municipal de São Paulo, fará uma apresentação. Depois, até as 17h, haverá visitação guiada à cripta.

A reabertura também terá a inauguração da exposição “Representações da Nação: O Monumento à Independência e a Cripta Imperial”, com curadoria de Marly Rodrigues. A mostra trata da criação do monumento e da cripta e da transformação desses espaços em símbolos da Independência.

Entre as intervenções estão a construção de banheiros, adequações de acessibilidade, instalação de sistema de climatização e melhorias na área expositiva. Também foram feitos trabalhos de conservação do bronze próximo aos sarcófagos, fechamento do teto com mármore amarelo, limpeza e conservação do Monumento à Independência e reforma da Casa do Grito.

Os restos mortais de D. Pedro 1º e das imperatrizes Maria Leopoldina e Amélia permaneceram nos locais durante as obras. A cripta ficou fechada por 3 anos e 9 meses.

História do espaço

A Cripta Imperial foi inaugurada em 7 de setembro de 1952, no subsolo do Monumento à Independência. O monumento havia sido inaugurado em 1922, durante as comemorações do centenário da Independência, e teve as obras concluídas em 1926.

Maria Leopoldina foi a primeira a ser transferida para a cripta. Os restos mortais de D. Pedro 1º foram levados de Lisboa ao Brasil em 1972, durante as comemorações dos 150 anos da Independência. O coração do imperador permaneceu no Porto, em Portugal. Os restos mortais de Amélia chegaram ao espaço em 1982. Em 2012, os corpos foram exumados para estudos arqueológicos e históricos.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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