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Política

Decreto cria plataforma e cursos para impulsionar setor de games no Brasil

Medida regulamenta o Marco Legal dos Jogos Eletrônicos e prevê créditos, proteção a menores e incentivos à produção nacional.

Decreto cria plataforma e cursos para impulsionar setor de games no Brasil

O decreto assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva regulamenta o Marco Legal da Indústria de Jogos Eletrônicos e prevê novas medidas para o setor no Brasil. A assinatura ocorreu nesta 4ª feira (14.out.2026), durante cerimônia no Palácio do Planalto.

Entre as iniciativas anunciadas estão a abertura de um edital público pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação para oferecer créditos a empresas de games, a criação da plataforma Game Brasil e a oferta de novos cursos universitários voltados à área. A plataforma terá a função de catalogar e promover jogos brasileiros.

Lula afirmou que o apoio à indústria de jogos está relacionado à criatividade do país. Ele também disse que o Brasil deve ampliar a exportação de inteligência e conhecimento, em vez de permanecer concentrado na venda de matérias-primas, como soja e minério de ferro.

“Temos condições de criar, desenvolver, financiar e exportar nossos produtos”, declarou o presidente. Segundo Lula, a regulamentação deve organizar as condições para que talentos encontrem oportunidades, empresas cresçam e jogos brasileiros ganhem espaço no mercado internacional.

O que prevê a legislação

O Marco Legal da Indústria de Jogos Eletrônicos foi sancionado pelo presidente em maio de 2024. A lei número 14.852 trata da fabricação, importação, comercialização, desenvolvimento e uso comercial de jogos eletrônicos no Brasil.

A norma abrange produtos para computadores, consoles e dispositivos móveis, além de experiências de realidade virtual e aumentada. Também estabelece incentivos fiscais para estimular a produção nacional e facilitar investimentos.

O desenvolvimento de jogos passa a ser reconhecido como atividade ligada à pesquisa tecnológica e à inovação. A legislação ainda prevê medidas de proteção a crianças e adolescentes no ambiente digital, com canais para reclamações e denúncias de abusos.

Também foram estabelecidos mecanismos de consentimento dos responsáveis para compras realizadas por usuários menores de idade.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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