A Fatal Model ofereceu R$ 120 milhões ao Corinthians por um contrato de 1 ano para ocupar o patrocínio master do clube. A proposta foi apresentada após a saída da Esportes da Sorte, que era a ocupante do espaço principal da camisa.
A oferta representa um valor menor que o contrato atual. O acordo com a Esportes da Sorte prevê R$ 150 milhões fixos por ano e pode alcançar R$ 200 milhões com bônus. Firmado em julho de 2024, o vínculo tem validade até dezembro de 2029.
Efeito nas receitas
O Corinthians estabeleceu R$ 276,7 milhões em patrocínios no uniforme em 2026. Os R$ 150 milhões anuais pagos pela Esportes da Sorte correspondem a 54,2% desse total. O clube avalia alternativas para o espaço principal enquanto acompanha os efeitos da medida provisória.
A proposta da Fatal Model não inclui o contrato da Fatal Fans, empresa do mesmo grupo. A marca está no calção do time masculino em um vínculo de R$ 22 milhões, válido até o fim de 2027.
No futebol feminino, a Fatal Fans utiliza o espaço para uma campanha de conscientização sobre a violência contra a mulher. A empresa também se ofereceu para pagar os salários da atacante Gisela Robledo durante a renovação do contrato da jogadora, válido até 31 de agosto de 2027.
Situação da Esportes da Sorte
A Esportes da Sorte havia comunicado ao Corinthians a possibilidade de ser impedida de operar. O clube esperava um período de transição para preservar os contratos com patrocinadores esportivos, mas a medida provisória não definiu esse prazo.
A proposta da Fatal Model foi publicada no domingo (27.set.2026), em reportagem assinada pelo jornalista Gabriel Oliveira.








