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Política

Lula defende cobrar mais impostos dos ricos para melhorar vida dos pobres

Durante visita a um complexo hospitalar em Belém, presidente também sancionou uma lei sobre a qualidade da saúde privada.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que pode cobrar mais impostos dos ricos para melhorar a vida dos pobres. A declaração foi feita durante uma visita ao complexo hospitalar da Benemérita Sociedade Portuguesa Beneficente do Pará, no bairro Umarizal, em Belém, em 28.set.2026.

“Eu não quero tirar nada de nenhum rico. Se eu puder, eu tiro um pouquinho, fazendo ele pagar mais imposto para melhorar a vida dos pobres”, declarou Lula durante o discurso. O presidente voltou a defender a oferta de serviços de qualidade para a população mais pobre.

Na visita, Lula conheceu a estrutura ampliada do Hospital São João de Deus, que integra o complexo hospitalar. Ele também sancionou o projeto de lei que cria a Estratégia Nacional de Controle e Avaliação da Qualidade da Assistência à Saúde prestada pela Iniciativa Privada.

Segundo o governo, a estratégia busca dar segurança aos pacientes e garantir atendimento de qualidade nos serviços privados de saúde do país. A proposta foi apresentada pelo então senador Flávio Dino, que era filiado ao PSB e atualmente é ministro do Supremo Tribunal Federal.

Durante a sanção, Lula mencionou a morte de Marcelo Dino, filho de Flávio Dino, aos 13 anos. Marcelo morreu em 2012, depois de uma crise de asma e de uma demora no atendimento médico em um hospital de Brasília. A família processou a unidade de saúde.

Lula tentou telefonar para Dino durante a cerimônia, mas não conseguiu falar com o ministro. Também acompanharam a visita a governadora do Pará, Hana Ghassan, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, o prefeito de Belém, Igor Normando, e o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.

À noite, o presidente participaria de um comício na Praça da República, em Belém. O ato fazia parte da agenda de Lula no Pará na última semana antes do 1º turno das eleições.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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