Terça-feira, 8 de setembro de 2026
Dólar R$ 5,13 · Euro R$ 5,95 · Ibovespa 185.147 +0,00% Brasília 18°C 18° / 26°
Política

No 7 de Setembro, Lula defende uso de riquezas naturais pelo Brasil

Em pronunciamento transmitido em rede nacional, presidente associou soberania a minerais críticos, petróleo, comércio e qualidade de vida.

No 7 de Setembro, Lula defende uso de riquezas naturais pelo Brasil
Foto: Folhapress

Luiz Inácio Lula da Silva defendeu que as riquezas naturais do Brasil sejam usadas para gerar desenvolvimento, tecnologia e empregos no país. No pronunciamento presidencial do 7 de Setembro, transmitido em rede nacional de rádio e televisão na noite deste domingo (6), ele também relacionou soberania à proteção do território, do meio ambiente e das decisões comerciais brasileiras.

Lula citou a segunda maior reserva de terras raras do mundo, a maior fonte de água doce e uma nova reserva de petróleo descoberta no último mês. O presidente afirmou que o marco legal aprovado no Congresso Nacional permitirá transformar minerais críticos e terras raras em desenvolvimento e riqueza para a população.

“Não somos, e não seremos colônia de ninguém”, disse Lula ao defender que o país não se submeta a interesses de outras potências. Embora não tenha citado Donald Trump nominalmente, o discurso rejeitou interferências estrangeiras na exploração mineral, na extração de petróleo na Foz do Amazonas e no comércio internacional.

O presidente também falou sobre independência financeira, acesso ao estudo, liberdade para escolher profissão e emprego e mais tempo para a família. A fala ocorreu sem mencionar diretamente a mudança da jornada de trabalho 6x1. A proposta que prevê a alteração foi aprovada na Comissão de Constituição e Justiça do Senado na última semana.

Outro ponto destacado foi a defesa do livre comércio. Lula afirmou que nenhum país estrangeiro deve determinar de quem o Brasil pode comprar ou para quem pode vender. Ele ainda mencionou a Amazônia, a biodiversidade, a transição energética e o enfrentamento da emergência climática.

Autorização eleitoral

A realização do pronunciamento tradicional do Dia da Independência precisou de autorização do Tribunal Superior Eleitoral, que restringe o uso de recursos e equipamentos do governo durante a campanha. O desfile desta segunda (7) também terá restrições e não contará com a distribuição de itens temáticos, como bonés.

O discurso foi gravado antes do agravamento da crise no Supremo Tribunal Federal, envolvendo Alexandre de Moraes e André Mendonça. Lula não tratou do assunto na fala. Para o desfile, o governo adotou a frase “A Força que Une o Brasil”, instalada em peças e materiais na Esplanada dos Ministérios, em Brasília.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

NewsletterCinco leituras por manhã.

Mais lidos

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5