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Política

Transmissões de Lula e Flávio somam picos distintos no YouTube

Entrevista do presidente teve pico de 1,8 milhão de aparelhos; live do candidato do PL chegou a 941,3 mil.

Transmissões de Lula e Flávio somam picos distintos no YouTube

A entrevista de Luiz Inácio Lula da Silva ao Flow Podcast registrou pico de 1,8 milhão de aparelhos conectados simultaneamente no YouTube. A transmissão de Flávio Bolsonaro, feita no próprio canal depois da desistência do debate presidencial, alcançou 941,3 mil aparelhos.

Os números se referem a dispositivos conectados ao mesmo tempo e não indicam necessariamente a quantidade de pessoas que acompanharam cada conteúdo.

A transmissão de Flávio começou às 21h41 e terminou às 23h59. O maior volume foi de 941.315 aparelhos simultâneos, por volta das 23h35. O candidato esperava chegar a 1 milhão. Ao fim da live, havia 875,8 mil visualizações. Às 10h desta 6ª feira (2.out), o número chegou a 5,1 milhões.

A entrevista de Lula começou às 20h55 e terminou às 22h48. No pico, às 22h45, o canal do Flow registrava 1.635.637 aparelhos, enquanto o canal do presidente tinha 153.271. O conteúdo também foi transmitido no canal de Lula, que chegou a cerca de 160 mil aparelhos simultâneos.

No encerramento, o vídeo no canal do Flow acumulava 1 milhão de visualizações, e o de Lula, 107,5 mil. Às 10h desta 6ª feira (2.out), os registros eram de 10,1 milhões e 1,5 milhão, respectivamente.

Debate cancelado

Flávio havia desistido de participar do debate da Globo poucas horas antes. Em uma publicação nas redes sociais, atribuiu a decisão ao que chamou de “censura” do Tribunal Superior Eleitoral e anunciou uma transmissão própria para o horário do programa.

Lula havia informado à TV Globo, na 4ª feira (30.set), que não iria ao debate, inicialmente marcado para as 21h30 de 5ª feira. A entrevista ao Flow já estava programada antes de o encontro ser cancelado.

A Globo suspendeu o debate pouco antes do horário previsto e citou decisões judiciais tomadas às vésperas do programa, além de “insegurança jurídica”. A ministra Estela Aranha, do TSE, proibiu a emissora de exibir o púlpito vazio reservado a Lula e de permitir perguntas dos demais candidatos ao presidente.

Também na 5ª feira (1º.out), Gilmar Mendes, ministro do Supremo Tribunal Federal, determinou que Renan Santos (Missão) ocupasse a vaga aberta pela ausência de Lula. A decisão respondeu a um pedido do Solidariedade.

Durante o podcast, Lula abordou temas da campanha e do governo e chamou os debates eleitorais de “infrutíferos”. O último debate antes do 1º turno, marcado para domingo (4.out), não ocorreu.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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