A campanha de Luiz Inácio Lula da Silva terá o ministro Sidônio Palmeira afastado temporariamente da Secretaria de Comunicação Social (Secom) a partir de segunda-feira (12). A medida ainda deve ser publicada no Diário Oficial da União e ocorre durante uma revisão da estratégia para o segundo turno.
Palmeira foi o marqueteiro de Lula em 2022, quando o presidente venceu Jair Bolsonaro. No primeiro turno, Flávio Bolsonaro recebeu 56.104.503 votos, equivalentes a 47,03%. Lula teve 53.879.538 votos, ou 45,16%.
Mudanças na coordenação
O presidente reuniu coordenadores e aliados ao longo da última semana para definir os próximos passos da campanha. Edinho Silva, presidente nacional do PT, continua na coordenação, agora ao lado de Camilo Santana (PT-CE), senador e ex-ministro da Educação.
Rafael Fonteles (PT), governador reeleito do Piauí, também passou a integrar a equipe.
Na quarta-feira (7), Lula gravou a primeira “selfie” depois de receber críticas de aliados e militantes por não usar redes sociais nem telefone celular.
No mesmo dia, Kátia Abreu (PT-GO) afirmou, durante uma reunião de coordenadores, que havia defendido “menos Janja e mais Alckmin” no segundo turno. A ex-senadora foi aplaudida pelos participantes.
Janja disse que permanecerá na campanha. Em nota, sua assessoria afirmou: “Sua participação é legítima e sempre respaldada pelo presidente Lula”. O comunicado acrescentou que o objetivo dos envolvidos é reeleger o presidente.








