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Saúde

Anvisa orienta consumidor a verificar pomadas capilares e relatar reações

Agência recomenda conferir a autorização, o número do processo e as instruções da embalagem antes de comprar ou usar o produto.

Anvisa orienta consumidor a verificar pomadas capilares e relatar reações
Foto: drobotdean/Magnific

A Anvisa recomenda que o consumidor confirme a regularização de pomadas capilares antes de comprar ou usar esses produtos. A consulta deve ser feita pelo nome completo na lista de pomadas autorizadas pela agência, que reúne os itens permitidos para comercialização e uso no país.

Produtos visualmente parecidos podem ter situações diferentes perante a agência. Por isso, a avaliação deve ser feita individualmente, inclusive quando a compra ocorre pela internet.

Informações na embalagem

Outro dado a ser conferido é o número do processo indicado na embalagem. O código identifica a pomada junto à Anvisa e segue um formato padronizado. Se a informação não estiver no anúncio de uma loja virtual, o consumidor deve solicitá-la ao vendedor.

A agência orienta ainda que cosméticos sejam comprados somente em estabelecimentos regularizados. O rótulo deve ser lido antes do uso, com atenção às instruções e advertências. Em caso de dúvida sobre a situação do produto, a recomendação é não utilizá-lo.

Pomadas capilares têm finalidade cosmética e não devem ser apresentadas como tratamento para doenças. Promessas de combate à calvície, à alopecia ou à dermatite seborreica devem ser vistas com desconfiança.

Uso e comunicação de problemas

A regularização permite o acompanhamento dos produtos, mas não impede possíveis reações indesejadas. O uso deve respeitar as orientações da embalagem. Para diminuir o risco de contato com os olhos durante a lavagem dos cabelos, a recomendação é inclinar a cabeça para trás. Se houver contato acidental, a região deve ser lavada com água em grande quantidade.

Em caso de irritação persistente, a orientação é buscar atendimento de saúde e comunicar a ocorrência à Anvisa. O registro de reações adversas também contribui para identificar produtos irregulares e acompanhar as empresas responsáveis.

Na notificação, informações como nome do produto, fabricante e número do processo ajudam na análise. Desde 2023, parte dos registros não informou a empresa responsável, o que dificulta a avaliação dos casos. Fotografias da embalagem podem contribuir para a apuração.

As ocorrências podem ser comunicadas pelo sistema da Anvisa ou pelo e-Notivisa, usado para registrar problemas relacionados a produtos sujeitos à vigilância sanitária.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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