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Saúde

FDA aprova tavapadon para adultos com doença de Parkinson

Medicamento será vendido nos Estados Unidos como Juvmo e ainda não tem previsão de análise no Brasil.

FDA aprova tavapadon para adultos com doença de Parkinson

A Food and Drug Administration (FDA) aprovou o tavapadon para o tratamento da doença de Parkinson em adultos. O medicamento será comercializado nos Estados Unidos com o nome Juvmo, pela farmacêutica AbbVie. A decisão foi divulgada em 25 de setembro, e a chegada ao mercado norte-americano está prevista para este mês de outubro. No Brasil, ainda não há previsão de análise pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

O remédio poderá ser tomado uma vez ao dia, isoladamente ou junto com a levodopa, que continua sendo a base do tratamento da doença. A aprovação foi baseada em estudos clínicos de fase 3 com pacientes em diferentes estágios do Parkinson.

Ação no cérebro

O tavapadon age sobre receptores de dopamina, substância relacionada ao controle dos movimentos. A doença está associada à perda de neurônios responsáveis pela produção desse neurotransmissor.

A proposta do medicamento é atuar de maneira mais específica, principalmente nos receptores D1 e D5, ligados diretamente à função motora. Tratamentos mais antigos, como a levodopa, elevam a dopamina de forma mais ampla no cérebro ou interagem com diferentes receptores.

Nos estudos, pacientes que usaram o tavapadon sozinho tiveram melhora dos sintomas motores. Entre aqueles que já utilizavam levodopa, a combinação contribuiu para diminuir as oscilações dos movimentos ao longo do dia.

Características da doença

O Parkinson é uma condição crônica e progressiva provocada pela neurodegeneração de células cerebrais. Cerca de 10 milhões de pessoas vivem com a doença no mundo. Ela ocorre com mais frequência em idosos com mais de 65 anos, embora também possa aparecer em outras idades.

Os principais efeitos estão relacionados aos movimentos, como lentidão, rigidez muscular e tremores. Também podem ocorrer perda do olfato, distúrbios do sono, alterações de humor, urgência ou incontinência urinária, dores no corpo e cansaço. Cerca de 30% das pessoas com Parkinson desenvolvem demência associada.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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