A professora americana Michelle Hartmann, hoje com 44 anos, voltou a dar aulas depois de receber um transplante de coração e se recuperar de uma rejeição ao órgão. A biópsia mais recente, feita em agosto de 2026, não mostrou sinais de rejeição.
Hartmann contraiu gripe A, causada pelo vírus influenza A, quando tinha 42 anos em 2024. Antes da infecção, ela afirma que não apresentava problemas de saúde. Depois, passou a ter falta de ar, cansaço e tontura. Consultas médicas levaram ao diagnóstico de miocardite provocada pela gripe e, mais tarde, de insuficiência cardíaca.
Mesmo com medicamentos, os sintomas continuaram piorando. Ainda em 2024, a professora também foi infectada pela gripe B, causada pelo vírus influenza B. Durante uma viagem com a família, sentiu o coração disparar e precisou retornar para casa.
Na volta ao hospital, relatou falta de ar ao se deitar, taquicardia e vômitos. Os primeiros exames de sangue não apontaram alterações, mas uma investigação adicional levou Hartmann novamente ao cardiologista. Ela recebeu um desfibrilador e um marca-passo, mas continuou tendo mal-estar e desmaios nos meses seguintes.
Transplante e recuperação
O cansaço e a falta de ar passaram a dificultar atividades simples, como subir escadas ou caminhar da sala de aula até o banheiro. Os especialistas indicaram com urgência um transplante de coração.
Hartmann foi internada em setembro de 2025, já com insuficiência cardíaca avançada. Em outubro, recebeu o novo coração. Depois, descobriu que o organismo rejeitava o órgão transplantado. Ela precisou ser internada novamente, recebeu esteroides e teve os medicamentos ajustados.
A professora escreveu uma carta de seis páginas para agradecer à família do doador. Perto de completar um ano do transplante, afirmou que pretende continuar viva e aproveitar a vida ao lado dos filhos.








