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Saúde

Tratamento leva professora a escolher entre cirurgia e renda familiar

Stephanie Villaranga relata descontos salariais, despesas médicas e decisões sobre novas cirurgias durante o tratamento contra o câncer de mama.

Tratamento leva professora a escolher entre cirurgia e renda familiar
Foto: Reprodução/Redes Sociais

QUEENS, NOVA YORK — A professora de educação especial Stephanie Villaranga precisa decidir quando fará outra cirurgia após o tratamento contra o câncer de mama. Os médicos recomendaram o procedimento para março de 2027, mas ela espera adiá-lo até junho para evitar uma nova perda de renda.

Stephanie iniciou o tratamento em junho de 2025 e continuou trabalhando até novembro, quando passou por uma cirurgia para retirar alguns nódulos. A escolha buscou preservar o máximo possível da licença remunerada. Depois, ela ficou seis semanas em recuperação e radioterapia, período em que recebeu um salário reduzido.

Descontos e cobertura médica

Ao voltar à rotina de trabalho, em abril de 2026, Stephanie soube que metade do pagamento seria retida para cobrir despesas médicas. Os afastamentos haviam afetado sua elegibilidade à cobertura integral do plano de saúde oferecido pelo emprego.

Em junho, ela também foi informada de que não receberia a remuneração das férias escolares de verão, porque não havia trabalhado durante um ano inteiro. Antes disso, perto do fim do ano letivo de 2025, esperava faltar um dia para ir ao hospital, mas precisou comparecer a oito dias de consultas para acompanhamento da equipe médica. Como não tinha mais dias de licença médica disponíveis, passou a sofrer descontos no salário.

Custos antes da quimioterapia

Logo na primeira consulta, os médicos recomendaram o congelamento dos óvulos antes da quimioterapia, caso Stephanie quisesse ter mais filhos. O procedimento custaria cerca de US$ 25 mil, pouco mais de R$ 130.000, e ela teria uma semana para reunir o dinheiro.

Stephanie, que vivia com o companheiro e o filho pequeno, criou uma campanha no GoFoundMe. A repercussão de vídeos publicados nas redes sociais ajudou a cobrir parte das despesas iniciais. Até o diagnóstico, aos 29 anos, a família não havia enfrentado dificuldades financeiras.

Em uma publicação no Instagram, ela escreveu que o câncer trouxe “contas e dívidas” além das visitas ao hospital e dos efeitos colaterais. Para reduzir os gastos sem deixar de passar tempo com a família, passou a buscar atividades gratuitas, usar cupons de desconto e levar comida de casa nos passeios.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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