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Lito Sousa permanece estável na UTI após receber composto experimental

Influenciador recebeu a substância ALN-6457 para tratar a doença de Creutzfeldt-Jakob; segurança e eficácia ainda são desconhecidas.

Lito Sousa permanece estável na UTI após receber composto experimental
Foto: Reprodução/Lito Sousa no Instagram

Lito Sousa permanece estável na UTI do Einstein Hospital Israelita após receber a substância experimental ALN-6457 para a doença de Creutzfeldt-Jakob, informou a esposa dele, Mila Seidl, nesta segunda-feira (14). O influenciador está internado desde a última terça (8) por complicações da própria doença e, segundo Mila, não teve intercorrências relacionadas ao tratamento.

A substância foi desenvolvida pela farmacêutica Regeneron e ainda não foi formalmente testada em seres humanos para a doença. A segurança e a eficácia do composto são desconhecidas. Mila afirmou que, nas próximas seis semanas, a equipe fará comparações de amostras e acompanhará a evolução do caso.

"Precisamos de torcida e orações. Nas próximas seis semanas teremos um comparativo de amostra e da evolução do caso", disse Mila em vídeo publicado no canal Aviões e Músicas, no YouTube.

A esposa afirmou que houve uma piora geral no quadro durante a última semana e descreveu a progressão da doença como rápida. Lito, que tem 59 anos, recebeu em agosto o diagnóstico de DCJ, uma condição rara e progressiva associada ao acúmulo anormal de proteínas príons no cérebro. Não há tratamento aprovado capaz de interromper ou reverter a condição.

A família tentou inicialmente incluir Lito em estudos clínicos, mas ele não conseguiu uma vaga. Depois, uma empresa farmacêutica demonstrou interesse em fornecer o composto por uso compassivo. A Anvisa autorizou, no último dia 4, a importação e o uso excepcional da substância.

O produto chegou ao Brasil na última sexta-feira (11), após ser enviado da Suíça e dos Estados Unidos. Um cancelamento de voo vindo de Nova York atrasou o processo. Segundo Mila, a medicação precisou ser administrada em até três horas e foi transportada de avião e por terra, com apoio de um helicóptero até o Albert Einstein, em São Paulo.

A comparação das amostras ainda não permitirá concluir se a substância é eficaz contra a DCJ. Mila também afirmou que empresas farmacêuticas demonstraram interesse em levar estudos sobre tratamentos experimentais para a doença ao Brasil nos próximos meses.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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