Executivos e conselheiros do Bradesco compraram 1.499.067 ações preferenciais do banco em 18 de setembro, por R$ 17,98 cada. As operações totalizaram R$ 26.953.224,66, o equivalente a aproximadamente US$ 5,24 milhões.
Participaram das compras 21 integrantes da diretoria executiva e do Conselho de Administração. A maior operação foi realizada por André Luis Duarte de Oliveira, diretor executivo, que adquiriu 309.111 ações por R$ 5.557.815,78. Com isso, sua posição direta passou de 244.062 para 553.173 papéis.
Denise Aguiar Alvarez, conselheira, comprou 130.596 ações por R$ 2.348.116,08. Roberto de Jesus Paris adquiriu 96.702 papéis por R$ 1.738.701,96, enquanto Oswaldo Tadeu Fernandes comprou 79.782 ações por R$ 1.434.480,36.
As transações foram informadas em formulários Form 4 protocolados em 21 e 22 de setembro de 2026 na Securities and Exchange Commission (SEC). O documento é usado por diretores, conselheiros e outros insiders para registrar operações com ações da própria empresa. Os formulários usaram o código P, que indica compra em mercado aberto ou compra privada, sem especificar o local das operações.
O valor em dólares foi calculado com base na cotação de R$ 5,14 por US$ 1 no fechamento de 18 de setembro. Às 10h20 de 3ª feira (6.out), a ação preferencial do Bradesco era negociada a R$ 22,71, alta de 26,3% em relação ao preço pago pelos administradores.
Aumento de capital
As compras ocorreram durante o aumento de capital de R$ 10 bilhões do Bradesco, aprovado em 29 de julho. O preço de emissão da ação preferencial foi fixado em R$ 17,64.
Em 2 de outubro, o banco concluiu o leilão das sobras de ações. Os papéis preferenciais foram vendidos a R$ 17,86, e o Conselho de Administração homologou o aumento de capital. A operação ainda depende de aprovação do Banco Central.
Com a conclusão, o capital social do Bradesco passará de R$ 93,77 bilhões para R$ 103,77 bilhões.








