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Economia

Diagnóstico aponta diferenças na capacidade de crédito entre capitais

Levantamento da Softplan classifica 19 das 27 capitais na faixa alta de prontidão para operações de crédito em 2026.

Diagnóstico aponta diferenças na capacidade de crédito entre capitais

O diagnóstico da Softplan classifica 19 das 27 capitais brasileiras na faixa alta de prontidão para contratar operações de crédito. A categoria reúne pontuações entre 80 e 100. Outras 8 capitais estão na faixa média, de 60 a 79 pontos. Não houve registro nas faixas inicial, de 40 a 59, ou baixa, de até 39 pontos.

Curitiba obteve 97 de 100 pontos e aparece na primeira posição. Vitória marcou 95, enquanto Florianópolis e Goiânia dividiram o terceiro lugar, com 94 cada. Na parte inferior da lista estão Porto Velho, com 69 pontos; Macapá, com 70; e Maceió, com 73.

A avaliação foi feita em 25 de setembro de 2026, às 21h, e integra o Diagnóstico de Prontidão Municipal. A ferramenta combina dados de bases públicas, incluindo IBGE, Siconfi e CadÚnico, com atualização em tempo real e recursos de inteligência artificial.

Como a pontuação é calculada

A metodologia atribui 40% do resultado à saúde fiscal e à capacidade de endividamento. O planejamento e o desenvolvimento social respondem por 30%, e a capacidade de execução e infraestrutura tem os 30% restantes.

Entre os aspectos analisados estão despesa com pessoal, execução orçamentária, receita corrente líquida, endividamento, resultado fiscal, dependência de transferências, regularidade fiscal e capacidade de pagamento. O diagnóstico também considera indicadores sociais e o histórico de execução de transferências e projetos.

Segundo Felipe Corrêa, coordenador e especialista de negócio na Softplan responsável pela metodologia, instituições de fomento avaliam principalmente a capacidade do gestor de administrar os recursos. “A solução foi desenvolvida, justamente, para auxiliar o tomador de decisão”, afirmou.

O índice foi inspirado na City Creditworthiness Initiative, do Banco Mundial. O Distrito Federal não aparece no ranking porque não é município e tem a capacidade de pagamento divulgada junto à dos Estados. Por isso, os dados de Brasília são considerados insuficientes.

Em setembro, o CMN elevou de R$ 26,625 bilhões para R$ 28,625 bilhões o limite global anual de operações de crédito para Estados, Distrito Federal e municípios em 2026. O aumento abrangeu operações com e sem garantia da União.

O painel pode ser consultado após o preenchimento dos dados do município. Depois do envio, a ferramenta mostra os indicadores e os critérios usados para chegar à pontuação.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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