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Economia

Serviços recuam 0,1% em agosto, com queda em 12 estados

Dados do IBGE mostram retração mensal no setor, mas crescimento de 0,6% na comparação anual e alta de 1,7% no acumulado do ano.

Serviços recuam 0,1% em agosto, com queda em 12 estados

O setor de serviços brasileiro recuou 0,1% em agosto de 2026 na comparação com julho, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira (14). Houve queda em 12 das 27 unidades da Federação.

Na comparação com agosto de 2025, o volume de serviços cresceu 0,6%. O setor acumula alta de 1,7% no ano e avanço de 2,2% nos últimos 12 meses. Esse último resultado ficou abaixo dos 2,4% acumulados até julho.

Três dos cinco segmentos pesquisados tiveram desempenho negativo. Outros serviços recuaram 1%, enquanto transportes e serviços profissionais, administrativos e complementares caíram 0,2% cada. Os serviços prestados às famílias avançaram 2,1%, no segundo resultado positivo consecutivo. O segmento de informação e comunicação ficou estável.

Resultados por estado

As maiores quedas mensais foram registradas na Bahia, com retração de 4,8%, no Espírito Santo, com 4,5%, e no Ceará, com 3,1%. Mato Grosso recuou 2,3%, e São Paulo teve queda de 0,1%.

O Distrito Federal liderou os resultados positivos, com crescimento de 3,7%, seguido por Paraná, com 1%, Minas Gerais, com 0,8%, e Rio de Janeiro, com 0,5%.

Na comparação anual, apenas 11 das 27 unidades da Federação registraram crescimento. São Paulo avançou 0,9%, enquanto o Distrito Federal cresceu 9% e a Bahia, 8,3%. As maiores quedas ocorreram em Mato Grosso, com 8,3%, no Ceará, com 8%, em Mato Grosso do Sul, com 6,9%, e em Goiás, com 4,5%.

De janeiro a agosto, o setor avançou 1,7% no país, com alta em 15 unidades da Federação. São Paulo teve a maior contribuição positiva, com crescimento de 3,1%, seguido pelo Distrito Federal, com 9,1%, e pela Bahia, com 4%.

Os transportes recuaram 2,8% na comparação anual. O transporte de passageiros caiu 6,3% frente a agosto de 2025 e acumulou retração de 3,9% nos oito primeiros meses de 2026. Já o transporte de cargas diminuiu 0,9% em agosto e 1,9% na comparação anual.

Mesmo com a queda mensal, o setor ficou 19,9% acima do nível de fevereiro de 2020 e 0,3% abaixo do recorde alcançado em outubro de 2025.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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