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Avenged Sevenfold faz show de ritmo irregular no Rock in Rio

Banda voltou ao festival com repertório semelhante ao de 2024, mas teve recepção menos eufórica e subiu ao palco com atraso.

Avenged Sevenfold faz show de ritmo irregular no Rock in Rio
Foto: Eduardo Anizelli/Folhapress

O Avenged Sevenfold voltou ao Rock in Rio com um show de ritmo irregular e menos euforia na plateia. A banda se apresentou no palco Mundo, principal do festival, na noite deste sábado (5), durante o dia do metal.

M. Shadows questionou o público já perto do fim: “Vocês estão muito educados hoje. É a chuva? São as músicas?”. A chuva voltou a cair no Parque Olímpico, e o grupo subiu ao palco cerca de meia hora depois do horário previsto, por volta de 0h35, já na madrugada do domingo (6).

O repertório manteve parte das músicas apresentadas em 2024, com faixas que marcaram a trajetória do grupo entre as décadas de 2000 e 2010. Houve mudanças na ordem, substituições e a inclusão de “Magic”, do EP mais recente da banda. A apresentação também trouxe “Nobody”, lançada em 2023, que esteve entre as músicas recebidas com menos interesse.

O Avenged Sevenfold havia retornado ao Brasil em 2024, depois de dez anos sem tocar no país. Antes disso, fez outras quatro apresentações brasileiras entre 2008 e 2014, incluindo uma passagem pelo Rock in Rio em 2013. Agora, voltou oito meses após o show realizado em São Paulo, no estádio Nubank Parque.

Em comparação com o Bring Me the Horizon, atração anterior do palco Mundo, o grupo americano teve uma apresentação menos intensa. Solos longos de guitarra, mudanças de andamento e trechos épicos fizeram alguns momentos parecerem arrastados.

A banda, criada em 1999, combina heavy metal, hard rock, elementos góticos, refrões pop e baladas ao violão. O show teve fogo e efeitos pirotécnicos, além de momentos de maior reação do público. “Nightmare” e “Afterlife” abriram rodas de pogo, enquanto “Buried Alive” foi acompanhada pelos fãs.

M. Shadows também citou Mgk, Bad Omens, Poppy e Bring Me the Horizon ao defender a convivência entre as bandas do novo heavy metal. Depois, puxou “Seize the Day”, música que não havia sido tocada pela banda no festival dois anos antes.

Na parte final, o grupo apresentou “M.I.A.”, de 2006, e emendou “Bat Country”, “Unholy Confessions” e “A Little Piece of Heaven”. Por volta das 2h, muitas pessoas já deixavam o Parque Olímpico. O encerramento veio com “Cosmic”, luzes pirotécnicas e fogos de artifício.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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