Hulk afirmou que o técnico Eduardo Domínguez queria sua permanência no Atlético-MG antes da rescisão do contrato. O atacante contou que conversou com o treinador, chamado por ele de Barba, quando avaliava deixar o clube e encaminhar o acordo com o Fluminense.
“Uma das coisas que me deixava tranquilo era que o pessoal do dia a dia queria que eu continuasse. O próprio Barba, quando fui falar com ele, disse que queria contar comigo”, declarou Hulk em entrevista à Romário TV.
O jogador também negou ter mágoa do Atlético e disse que a relação com o clube é marcada por respeito e gratidão dos dois lados. “Não tenho mágoa nenhuma. Acho que tudo é como tem que ser”, afirmou.
A saída ocorreu após meses de negociações para a renovação do contrato, que iria até 2026. No início do ano, Hulk tinha uma negociação avançada com o Fluminense e havia demonstrado insatisfação com a condução das conversas no Atlético.
Na época, o atacante disse que a proposta do clube incluía ações que indicavam interesse em “aposentá-lo” ao fim do vínculo. Ao comentar o assunto, Hulk afirmou que essa impressão não estava relacionada às pessoas que trabalhavam no dia a dia do futebol.
Hulk encerrou sua passagem pelo Atlético como um dos principais ídolos da história do clube. Em cinco anos, conquistou oito títulos, marcou 140 gols e deu 56 assistências em mais de 300 jogos.
O acordo com o Fluminense foi fechado em maio. A estreia ocorreu depois da Copa do Mundo, por causa da janela de transferências. Aos 40 anos, Hulk soma quatro gols e duas assistências em 12 partidas pelo clube carioca.








