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Christa Pike sobrevive à execução por injeção letal no Tennessee

Condenada à morte por um crime cometido em 1995, ela foi levada a uma unidade médica após duas injeções letais.

Christa Pike sobrevive à execução por injeção letal no Tennessee
Foto: TDOC/reprodução

Christa Pike sobreviveu à tentativa de execução por injeção letal nesta quarta-feira (30/9), nos Estados Unidos. Ela seria a primeira mulher executada no Tennessee em 200 anos e foi transferida para uma unidade médica, informou o Departamento de Correções do Tennessee.

O órgão declarou que cumpriu as etapas previstas no protocolo estadual e que não havia autorização para procedimentos adicionais. Em nota, afirmou que “a substância química utilizada na injeção letal, conforme o protocolo, tem se mostrado consistentemente eficaz”.

Pike foi condenada à pena de morte pelo assassinato de sua colega Colleen Slemmer, cometido em 1995. Ela estava no corredor da morte havia 30 anos. Mais cedo, a Suprema Corte dos Estados Unidos anulou uma suspensão condicional da pena concedida uma hora antes do horário inicialmente marcado para a execução.

Testemunhas disseram que a cortina entre a sala da imprensa e o local da execução foi fechada às 19h46 e reaberta três minutos depois. Pike ainda podia ser ouvida roncando. A cortina foi fechada novamente às 20h06, mas os roncos continuaram. Às 20h53, o microfone foi desligado e a imprensa foi convidada a deixar o local.

Após a aplicação de duas injeções letais, os advogados de Pike disseram que ela “não perdeu a consciência e ainda tem batimentos cardíacos”. Eles solicitaram que ela recebesse atendimento médico.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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