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Partido de Gadi Eisenkot lidera pesquisas e desafia Netanyahu em Israel

Ex-chefe do Estado-Maior das FDI, Eisenkot fundou o Yashar após perder um filho e dois sobrinhos na guerra em Gaza.

Partido de Gadi Eisenkot lidera pesquisas e desafia Netanyahu em Israel

O partido Yashar, liderado pelo general reformado Gadi Eisenkot, aparece em primeiro lugar em vários levantamentos para as eleições gerais de Israel, marcadas para o próximo dia 27. A legenda é apontada como principal adversária do Likud, partido do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu.

Aos 66 anos, Eisenkot foi chefe do Estado-Maior das Forças de Defesa de Israel (FDI) de 2015 a 2019. Também foi deputado nacional e ministro sem pasta específica no governo de unidade formado por Netanyahu e pela oposição, de 2023 a 2024, após os atentados do Hamas em 7 de outubro de 2023.

Um dos filhos do candidato, o sargento-mestre Gal Meir Eisenkot, morreu na guerra na Faixa de Gaza, em dezembro de 2023. Dois sobrinhos dele também foram mortos no conflito.

Eisenkot fundou o Yashar em setembro de 2025 para disputar a eleição geral deste ano. Durante a campanha, acusa Netanyahu de ter ignorado alertas sobre os planos do Hamas para realizar grandes ataques contra Israel antes do 7 de Outubro.

Embora seja considerado mais moderado que Netanyahu, Eisenkot rejeita a solução de dois Estados. “Acredito que um Estado palestino não seja relevante após o 7 de Outubro”, afirmou em maio de 2025. Ele também defendeu que Israel seja um Estado judeu, democrático, forte e poderoso.

Questionamentos sobre sua atuação militar

Eisenkot também é criticado por decisões tomadas durante o período em que comandou as FDI. Em novembro de 2018, o então ministro da Defesa, Avigdor Lieberman, disse que a abordagem do general parecia próxima à do grupo israelense Peace Now, que defende a solução de dois Estados.

Um funcionário do governo afirmou, em 2019, que Eisenkot era um oficial sério, mas teria se esforçado para evitar uma escalada militar mesmo quando ela parecia ser a solução correta.

Eitan Chikli afirmou, em agosto de 2026, que o Plano Gideon, implantado durante o comando de Eisenkot e de outros chefes do Estado-Maior, reduziu o efetivo, reestruturou unidades e diminuiu o número de reservistas. O modelo priorizava um Exército menor, mais tecnológico e mais preciso.

Após o 7 de Outubro, Chikli questionou se essa estrutura seria suficiente para uma guerra regional prolongada. Ele também criticou a defesa de Eisenkot de que palestinos trabalhassem em Israel como fator de moderação contra o terrorismo.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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