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EUA deslocam navios e até 10 mil militares para o Oriente Médio

O reforço deve chegar até o fim de novembro, em meio à possibilidade de retomada dos bombardeios contra o Irã.

EUA deslocam navios e até 10 mil militares para o Oriente Médio

O governo dos Estados Unidos está reforçando a presença militar no Oriente Médio com o envio de um terceiro grupo de ataque de porta-aviões e de uma unidade expedicionária de Fuzileiros Navais. A movimentação deve acrescentar entre 9 mil e 10 mil militares americanos à região.

Fontes do governo dos EUA disseram que o efetivo deve chegar até o final de novembro. O presidente Donald Trump pretende retomar bombardeios em grande escala contra o Irã depois de combates pontuais registrados nos últimos meses, após um cessar-fogo acordado em abril.

O grupo de ataque do porta-aviões USS Theodore Roosevelt deixou San Diego no domingo (27). Na segunda-feira (28), partiu o Grupo de Prontidão Anfíbia USS Makin Island, formado por três navios anfíbios que transportam integrantes da 13ª Unidade Expedicionária de Fuzileiros Navais.

Os grupos de porta-aviões USS George H.W. Bush e USS George Washington já estão no Oriente Médio.

Na quinta-feira (1º), Trump afirmou que poderá haver resposta se for comprovada a participação do Irã em um incidente ocorrido perto de uma base aérea da Inglaterra usada pelos Estados Unidos. Suspeitos de planejar um atentado foram presos nesta semana nas proximidades. “Estamos analisando isso com muita atenção”, disse o presidente.

Trump também rejeitou, no fim de semana, uma proposta iraniana para negociar o fim da guerra e a reabertura do Estreito de Ormuz. Na semana passada, durante discurso na ONU, ele disse que escolheria entre “aniquilar” o Irã ou chegar a um acordo, provavelmente depois das eleições de meio de mandato americanas, marcadas para novembro.

Com a escolta de navios americanos, o transporte de petróleo bruto pelo Estreito de Ormuz alcançou média de 13,5 milhões de barris por dia na última semana de setembro, segundo a Kpler. O volume igualou a média anterior à guerra. Já os produtos refinados tiveram média de 677 mil barris por dia, contra 3,6 milhões antes do conflito.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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