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Ghalibaf diz que Irã mudou resposta a ataques dos Estados Unidos

Mohammad Bagher Ghalibaf afirmou que novas violações aos interesses iranianos terão reações mais rápidas, duras e dolorosas.

Ghalibaf diz que Irã mudou resposta a ataques dos Estados Unidos
Foto: Reprodução/AFP

O presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, afirmou que o Irã adotará uma nova estratégia diante de ataques dos Estados Unidos. Em mensagem publicada no Telegram, ele disse que Teerã não seguirá mais o padrão de respostas proporcionais.

Ghalibaf declarou que qualquer ação contra os interesses e a segurança iranianos será respondida com maior rapidez e intensidade. “Os norte-americanos devem ter compreendido que a era das respostas proporcionais acabou”, escreveu.

A declaração ocorreu após a retomada dos confrontos entre os dois países no Oriente Médio. Ontem (5), os Estados Unidos atacaram três petroleiros próximos à ilha de Kharg, no Golfo Pérsico. Teerã condenou a ofensiva e classificou o episódio como crime de guerra.

A área de Kharg é responsável por cerca de 90% das exportações de petróleo do Irã. Os ataques foram registrados depois de informações sobre o lançamento de mísseis iranianos no Estreito de Hormuz.

A tensão havia voltado a crescer no último domingo, com novos ataques dos Estados Unidos contra lançadores de foguetes na região. O estreito é usado para o transporte de 20% do petróleo produzido no mundo.

O Centcom, Comando Central dos Estados Unidos, classificou as operações norte-americanas como uma ação limitada e precisa. Segundo o comando, os ataques responderam a uma ameaça iminente e a tentativas de atingir a navegação comercial.

Na terça-feira (1º), depois de ataques contra dois navios-tanque da Guarda Revolucionária do Irã, Teerã atingiu áreas do Bahrein, do Kuwait e da Jordânia. Esses locais abrigam bases navais dos Estados Unidos no Oriente Médio.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, passou a chamar o Estreito de Hormuz de Estreito de Trump. A rota permanece no centro do conflito por sua importância para o transporte mundial de petróleo.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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