São Paulo, Segunda-feira, 12 de outubro de 2026
Dólar R$ 4,99 · Euro R$ 5,58 · Ibovespa 209.067 -0,00% São Paulo 18°C 17° / 24°
Mundo

Pentágono transmitirá execução de ex-major americano por fuzilamento

Nidal Malik Hasan foi condenado à morte por matar 13 pessoas e ferir outras 32 em ataque na base de Fort Hood.

Pentágono transmitirá execução de ex-major americano por fuzilamento

O Pentágono anunciou que transmitirá ao vivo pela internet a execução por fuzilamento de Nidal Malik Hasan, ex-major e ex-médico do Exército dos Estados Unidos. A execução está marcada para 3 de dezembro, na base de Fort Hood, no Texas, onde ocorreu o ataque cometido por ele.

Hasan matou 13 pessoas e feriu outras 32 em 5 de novembro de 2009. O ataque ocorreu na base militar, e a execução será realizada à uma da tarde, no horário local, por um pelotão de soldados com fuzis.

A informação foi divulgada pelo secretário da Guerra, Pete Hegseth, em entrevista ao podcaster Jack Posobiec na quarta-feira (7). Hegseth disse que a transmissão será pública para que as pessoas entendam que há consequências graves para esse tipo de crime.

Nesta quinta-feira (8), fontes do Pentágono confirmaram a transmissão. Hegseth também reiterou a informação ao compartilhar no X uma notícia da CBS News e escrever “Correto”. A execução foi recomendada pelo secretário e aprovada pelo presidente Donald Trump.

No julgamento, em 2013, Hasan afirmou que pretendia matar soldados que seriam enviados ao Afeganistão. Ele nasceu em 1970 nos Estados Unidos; seus pais haviam migrado dos territórios palestinos.

A última execução por fuzilamento de um militar do Exército dos Estados Unidos ocorreu em janeiro de 1945, durante a Segunda Guerra Mundial.

A decisão provocou críticas de políticos americanos. O senador republicano Thom Tillis disse que Hasan deveria receber a pena de morte, mas classificou como “absolutamente repugnante” tornar a execução pública e transmiti-la por streaming. O democrata Chris Murphy também criticou a medida e perguntou se Hegseth estaria imitando execuções do Estado Islâmico. Tillis afirmou ainda que execuções públicas são práticas de ditaduras como as do Irã e do Afeganistão.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

NewsletterCinco leituras por manhã.

Mais lidos

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5