O governo de Donald Trump tornará pública, em 3 de dezembro, a execução de Nidal Malik Hasan, condenado à morte por um pelotão de fuzilamento nos Estados Unidos. O anúncio foi feito nesta quinta-feira (8/10) pelo secretário de Guerra, Pete Hegseth, em entrevista à Real America’s Voice.
Hasan foi condenado por matar 13 pessoas e ferir outras 32 durante um ataque à base militar de Fort Hood, em 2009. Na ocasião, ele era major e trabalhava como psiquiatra do Exército norte-americano. Hasan tinha 56 anos.
A sentença por fuzilamento foi proferida em 2013. Desde então, ele está preso na unidade militar de Fort Leavenworth, no Kansas. Durante o julgamento, o ex-militar afirmou que agiu para impedir o envio de soldados norte-americanos ao Afeganistão para matar muçulmanos.
Histórico de execuções públicas
A última execução pública nos Estados Unidos ocorreu em 1936. Rainey Bethea, um homem negro, foi enforcado diante de uma multidão após ser acusado de estuprar uma mulher branca.
O caso de Hasan também será o primeiro fuzilamento de um militar desde 1945. Naquele ano, o soldado Eddie Slovi foi executado depois de ser acusado de deserção pelo governo dos Estados Unidos, nos momentos finais da Segunda Guerra Mundial.
Pete Hegseth não informou se a execução terá apenas a presença de público ou se será transmitida pela televisão ou pela internet.








