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Núncio no Gana pede que jovens católicos assumam papel na África Ocidental

Julien Kaboré disse que os jovens devem rejeitar o medo, fortalecer amizades na fé e atuar pela paz e pela esperança.

Núncio no Gana pede que jovens católicos assumam papel na África Ocidental

O arcebispo Julien Kaboré, representante do papa no Gana, pediu que jovens católicos da África Ocidental rejeitem o medo e assumam, no presente, responsabilidades na Igreja e em seus países. A declaração foi feita na abertura do primeiro Dia da Juventude da África Ocidental (WAYD), em Acra.

Kaboré afirmou que os jovens não devem se considerar vítimas dos problemas enfrentados por suas sociedades nem uma geração obrigada a esperar para contribuir. Ele reconheceu que muitos vivem em meio à incerteza, à insegurança, à violência e à ansiedade sobre o futuro, mas disse que essas condições não devem definir a forma como eles enxergam a si mesmos e seu lugar na sociedade.

“Não percam a esperança. Vocês não são uma geração sacrificada”, afirmou o núncio apostólico.

Fé, amizade e serviço

Natural de Burkina Faso, Kaboré é representante do papa no Gana desde junho de 2024. Segundo ele, a energia, os sonhos, os talentos e a esperança dos jovens são dons necessários agora, e não apenas recursos para o futuro. O arcebispo também disse que a Igreja reconhece os jovens como participantes ativos de sua vida e do mundo.

O evento, realizado de 7 a 11 de setembro, tem como tema “Tenham Coragem, Juventude Católica, como Atores e Agentes de Paz e Esperança na África Ocidental”. O encontro reúne jovens dos 16 países da região e foi organizado pela Conferência Episcopal Regional da África Ocidental.

Kaboré afirmou que o resultado do WAYD deve ser avaliado depois do retorno dos participantes a seus países. Ele disse esperar que a reunião fortaleça a coragem da fé, desperte vocações, incentive o serviço à Igreja e crie amizades entre jovens de diferentes países e idiomas.

O núncio pediu que os participantes formem vínculos capazes de sustentar sua vocação cristã além de Acra, e não apenas relações baseadas em fotografias e lembranças. Para ele, seguir Cristo inclui reconhecer a dignidade dos outros e atuar como instrumento de unidade em sociedades marcadas pela divisão.

“Não deixem Gana sem fazer novos amigos, sem criar vínculos”, disse Kaboré.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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