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Pergaminho de 1884 é achado dentro de púlpito em igreja na Polônia

Documento registra a construção do templo, os artesãos envolvidos e os responsáveis pelo financiamento da obra.

Pergaminho de 1884 é achado dentro de púlpito em igreja na Polônia

CIACHCIN, POLÔNIA — Um pergaminho escrito em 1884 foi encontrado dentro do púlpito de uma igreja durante obras de restauração em setembro de 2026. O anúncio foi feito na terça-feira (15) pelo Gabinete de Conservação de Monumentos da Voivodia da Mazóvia.

O manuscrito estava na parte inferior da estrutura de madeira, em um compartimento chamado “szyszka”, na igreja paroquial dedicada a São Estevão, o Mártir. O documento registra detalhes da construção do templo e identifica pessoas envolvidas na produção de elementos internos.

Registro da construção

A mensagem foi escrita pelo padre Józef Strusiński, pároco de Ciachcin entre 1865 e 1892. O texto informa que a igreja foi concluída em 1884 e registra a produção do altar-mor e do púlpito.

As duas peças foram feitas em Płock, na oficina de Marceli Leoniak, que reunia trabalhos de carpintaria, escultura e douração. O pergaminho lista carpinteiros, escultores, douradores e aprendizes que participaram da execução.

Também são citados os responsáveis pelo financiamento da obra, entre eles Antoni Klimkiewicz e sua esposa, Józefa, nascida Bońkowska. O Conservador de Monumentos da Província da Mazóvia classificou o manuscrito como uma espécie de “certidão de nascimento” do templo.

Nova mensagem no púlpito

Os conservadores documentaram o pergaminho e fizeram uma cópia antes de devolver o original ao esconderijo. Outra cópia foi depositada no arquivo da igreja, para permitir consultas futuras sem a retirada do documento.

Os profissionais também deixaram uma nova mensagem no compartimento. O registro descreve os trabalhos realizados no século XXI e foi destinado às pessoas que voltarem a abrir a estrutura durante uma futura intervenção.

Com isso, o púlpito passou a guardar dois relatos: o primeiro, produzido pelo padre que acompanhou a construção da igreja, e o segundo, escrito pelos restauradores responsáveis pela preservação da estrutura mais de um século depois.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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