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Programas católicos de planejamento familiar têm baixa conclusão nos EUA

Relatório de 61 dioceses aponta diferença entre os inscritos em introduções e os que terminam cursos de planejamento familiar natural.

Programas católicos de planejamento familiar têm baixa conclusão nos EUA

Programas diocesanos de planejamento familiar natural nos Estados Unidos registraram baixa taxa de conclusão entre os casais, segundo um relatório da Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos (USCCB). O levantamento foi respondido por 61 das 196 dioceses convidadas em janeiro de 2025.

Em 2025, 18.211 pessoas receberam algum tipo de informação ou instrução sobre planejamento familiar natural. Apenas 7.518 participaram de um curso completo. O relatório recomenda novas pesquisas para entender a diferença e ajustar as iniciativas.

Estrutura e financiamento

A pesquisa também apontou limitações de pessoal e orçamento. Entre as dioceses participantes, 30% disseram depender de funcionários pagos em meio período e voluntários, enquanto 16% tinham um coordenador pago em tempo integral.

Os voluntários representavam 58% dos instrutores e não recebiam pagamento. Outros 16% eram voluntários que recebiam um estipêndio para cobrir despesas. Para Steve Mattern, vice-presidente sênior de serviços de missão da OSF HealthCare, a dependência de voluntários pode contribuir para os baixos índices registrados.

O financiamento também foi apontado como um problema. Das dioceses pesquisadas, 68% reservaram menos de US$ 5.000 para os programas. A manutenção das atividades depende, em grande parte, de doações de paróquias, subsídios de conselhos locais dos Cavaleiros de Colombo, cobrança pela instrução e taxas de acompanhamento.

A Dra. Annevay Conlee, vice-presidente da Linha de Serviços de Saúde da Mulher da OSF HealthCare, defendeu o fortalecimento dos programas por sua relação com o acompanhamento da saúde feminina. Ela sugeriu que as dioceses ofereçam opções diferentes, de acordo com as necessidades e o tempo disponível para cada casal.

Preparação para o casamento

Mattern afirmou que a Igreja precisa discutir o conteúdo obrigatório da preparação para o casamento, diante da percepção de que menos casais buscam o matrimônio católico. Entre as possibilidades mencionadas estão cursos escolhidos pelos próprios casais, dentro de uma variedade de metodologias, com apoio financeiro ou cupons oferecidos pelas dioceses.

Ele também defendeu uma comunicação mais eficaz e uma parceria entre as dioceses, o ministério de saúde católico e profissionais da área. A Irmã M. Mikela Meidl, presidente da OSF HealthCare, disse que a formação sobre o tema deve começar antes do casamento, no contexto familiar e desde a juventude.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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