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Declarações sobre IA associam recursos brasileiros à segurança mineral dos EUA

Martin De Luca disse que a demanda por energia, minerais e outros recursos amplia a importância estratégica do Brasil para Washington.

Declarações sobre IA associam recursos brasileiros à segurança mineral dos EUA

O advogado Martin De Luca afirmou que a expansão da inteligência artificial (IA) depende de investimentos em infraestrutura física e relacionou esse movimento ao aumento da importância estratégica do Brasil para os Estados Unidos.

Em publicação no X, De Luca compartilhou um texto do consultor americano em investimentos Drew Crawford, radicado no Brasil. O material tratava dos recursos brasileiros necessários à expansão tecnológica, como energia, minerais, água, alimentos e terras.

De Luca disse que empresas de IA estão ligadas à construção de data centers, redes de geração e transmissão de energia, transformadores e unidades de produção de semicondutores. Segundo ele, essas estruturas exigem eletricidade e cadeias de suprimentos de grande escala. O advogado classificou a IA como “fundamentalmente, um boom de capital físico”.

A avaliação foi feita nesta quarta-feira (7), em meio às preocupações dos Estados Unidos com o acesso a minerais críticos. De Luca afirmou que a atenção crescente de Washington a esses recursos eleva o valor estratégico de países como o Brasil.

O país possui reservas de terras raras entre as maiores do mundo. Especialistas citados no texto avaliam que esses minerais estão entre os pontos de atenção do governo Donald Trump na disputa tecnológica dos Estados Unidos com a China e no resultado da eleição presidencial brasileira.

Relação com empresas de Trump

No domingo (4), após Flávio Bolsonaro (PL) ser o mais votado e avançar ao segundo turno contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), De Luca publicou uma mensagem de apoio ao resultado. “Eles venceram de lavada”, escreveu no X.

De Luca representa a Trump Media e a plataforma de vídeos Rumble. No ano passado, as duas empresas entraram com uma ação contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes na Justiça dos Estados Unidos. Elas alegam que medidas relacionadas à plataforma são ilegais conforme a legislação americana.

A Trump Media participa do processo porque o Rumble presta serviços de nuvem para a Truth Social, principal produto da empresa de mídia do presidente americano.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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