São Paulo, Domingo, 20 de setembro de 2026
Dólar R$ 5,16 · Euro R$ 5,91 · Ibovespa 185.229 +0,00% São Paulo 18°C 18° / 24°
Política

Jay Griffiths defende que animais ajudam a curar pessoas e sociedades

Em livro, a escritora britânica relaciona animais à saúde física e mental, à ética e à preservação do planeta.

Jay Griffiths defende que animais ajudam a curar pessoas e sociedades
Foto: Simon Prosser/Reprodução

A escritora britânica Jay Griffiths afirma que os animais podem ajudar os seres humanos a enfrentar doenças, perigos e desafios coletivos. A ideia é apresentada no livro Como Os Animais Nos Curam, publicado pela Editora Zahar, que reúne mitos, tradições e referências científicas sobre a relação entre pessoas e outras espécies.

A autora aborda a terapia assistida por animais, usada inclusive em hospitais, e relata casos de bichos que socorreram seus donos. Um deles é o de Lulu, uma porca de barriga de pote criada como animal de estimação por uma americana chamada Jo Ann.

Quando Jo Ann começou a sentir fortes dores no peito, estava sozinha e não conseguia ser ouvida. Lulu saiu por uma portinhola pequena, tentou parar carros deitando-se na pista e, depois de conseguir, levou o motorista até a casa. Ele chamou uma ambulância, e Jo Ann sobreviveu. Para Griffiths, o episódio demonstra inteligência, devoção e perseverança.

Lições da natureza

Griffiths também sustenta que os animais oferecem referências para a organização da vida em sociedade. Segundo ela, os lobos cuidam dos doentes e feridos, dividem alimentos e distribuem tarefas relacionadas aos filhotes. Por isso, a autora relaciona a alcateia a ideias de ética, equidade e cooperação.

As abelhas, diz Griffiths, ensinam a tomar decisões por consenso. As abelhas batedoras avaliam os locais e relatam o que encontram; um novo destino é escolhido quando todas dançam em uníssono. Cães e macacos-prego também são citados como espécies das quais os seres humanos podem aprender sobre justiça.

A escritora afirma que a sociedade ainda precisa reconhecer a crueldade das criações industriais e seus efeitos sobre os habitats de animais selvagens. Ela menciona a soja produzida em grandes áreas da Amazônia para alimentar animais de criação e relaciona esse processo à destruição de árvores e lares de espécies como as onças.

Para Griffiths, a crise climática e ambiental também envolve falta de atenção aos insetos, considerados essenciais à sobrevivência humana. Ela defende que a sociedade ouça conhecimentos indígenas e retome ensinamentos antigos sobre o papel dos animais na cura e no bem-estar.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

NewsletterCinco leituras por manhã.

Mais lidos

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5