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Política

Ato em Macapá reúne críticas a Alcolumbre e pedidos contra Moraes

Nikolas Ferreira participou de manifestação no Amapá e cobrou do presidente do Senado a análise de pedidos de impeachment contra o ministro do STF.

Materiais contra a presença de Nikolas Ferreira foram espalhados pela orla da cidade antes de um ato convocado pelo deputado federal neste domingo (13.set.2026). Bandeiras, panfletos e um boneco pendurado em um poste apareceram nas imagens divulgadas nas redes sociais.

Um dos cartazes trazia uma foto de Nikolas, uma mensagem para que ele deixasse o Amapá e uma referência ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Durante o discurso, o deputado afirmou que a chamada “velha política” havia se mobilizado contra sua visita ao estado.

Cobranças no ato

A manifestação ocorreu na Concha do Araxá e foi organizada por integrantes do PL. Nikolas usou uma camisa branca com a inscrição “Acorda Amapá” e criticou a atuação de Davi Alcolumbre no estado.

O deputado cobrou do presidente do Senado o avanço dos pedidos de impeachment contra o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes. Também afirmou que o Amapá não deveria se submeter à “velha política”.

Nikolas mencionou problemas de infraestrutura e segurança pública e questionou Alcolumbre sobre a situação de Macapá, afirmando que 85% da cidade não têm coleta de esgoto. Ele também declarou que o estado havia se tornado o mais violento do país.

Ao final, o deputado puxou entre os manifestantes o coro “Fora, Davi”. O ato ocorreu em Macapá, reduto eleitoral de Alcolumbre.

Pressão no Senado

A oposição passou a pressionar mais Alcolumbre após a divulgação de mensagens envolvendo Moraes e Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Senadores e deputados oposicionistas cobram que o presidente do Senado analise pedidos de impeachment contra ministros do STF.

Alcolumbre disse que existem 109 pedidos de impeachment contra integrantes da Corte no Congresso e avaliou que o volume “não é normal”. O senador não informou se dará prosseguimento a algum dos processos.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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