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Política

Canal de Janones com 4,3 milhões de seguidores vira alvo de memes

Grupo criado para apoiar Lula também é centro de disputa no TSE entre as campanhas do presidente e de Flávio Bolsonaro.

Canal de Janones com 4,3 milhões de seguidores vira alvo de memes

O canal “Exército do Lula”, criado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG), alcançou 4,3 milhões de seguidores e virou alvo de memes nas redes sociais. O grupo distribui vídeos, mensagens e orientações para a campanha de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A expressão “pessoal, urgente”, usada por Janones no início de vídeos e convocações, passou a ser motivo de brincadeiras. Um meme ironizou a dificuldade de descansar diante de novos chamados. Outro transformou o “bom dia” enviado pelo deputado às 8h20 em piada: “Alerta de gatilho: Janones acordou”.

Lula também participou da brincadeira ao responder a um meme sobre o descanso dos integrantes do canal. “Companheira, vou conversar com o Janones sobre o descanso, mas nesses 13 dias vamos trabalhar sem parar. Bora, Brasil!”, escreveu o presidente.

Entre as orientações dadas aos participantes estão o convite a novos membros e o compartilhamento de conteúdos favoráveis a Lula em outras plataformas. O canal foi criado para apoiar o presidente no 2º turno contra Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

Decisões no TSE

Criado em 5 de outubro, o canal foi suspenso no domingo (11.out) por determinação do presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Nunes Marques. A ordem foi revertida no mesmo dia pelo corregedor-geral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, menos de 4 minutos depois de a petição da campanha de Lula ser recebida.

Nesta 3ª feira (13.out.2026), Nunes Marques voltou a determinar a suspensão pelo WhatsApp e definiu condições para a reativação. Uma delas é informar o endereço do canal à Justiça Eleitoral no processo de registro da candidatura ou da coligação, com comprovação nos autos e cumprimento do prazo regulamentar de 48 horas.

A campanha de Flávio pediu a suspensão sob a alegação de que o canal divulgava desinformação contra o candidato. Janones nega. Relatório técnico do TSE não identificou, nas publicações avaliadas entre 2 e 11 de outubro, os conteúdos falsos mencionados na ação, mas apontou que a exclusão prévia de mensagens poderia ter afetado a análise. Janones confirmou ter apagado cerca de 500 mensagens.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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