São Paulo, Domingo, 20 de setembro de 2026
Dólar R$ 5,16 · Euro R$ 5,91 · Ibovespa 185.229 +0,00% São Paulo 18°C 18° / 24°
Política

Eletricista tinha autorização para movimentar contas de ONG investigada pela PF

Vanderlei Magalhães Natividade aparece como tesoureiro do Instituto Conhecer Brasil, que recebeu emendas e contrato de R$ 108 milhões.

Eletricista aparece como tesoureiro de ONG ligada a ‘Dark Horse’ que movimentou R$ 83 milhões - A Nova Democracia

O eletricista industrial Vanderlei Magalhães Natividade aparece como tesoureiro do Instituto Conhecer Brasil (ICB) e tinha autorização para movimentar todas as contas da entidade. Conforme decisão de Flávio Dino, o instituto teria operado mais de R$ 83 milhões entre setembro de 2023 e agosto de 2024.

Natividade oferecia serviços de reparos industriais, instalação de câmeras e alarmes, controle de acesso e serviços de bombeiro. Ele morava em uma casa simples construída no fundo de um terreno na Brasilândia, onde também viviam familiares de Karina. Em maio, apresentou-se como “parente de consideração” da empresária.

Nos documentos do ICB, o eletricista podia movimentar inclusive as contas que concentraram as operações de maior valor. Em 10 de setembro, a Polícia Federal vasculhou o endereço dele. Flávio Dino também proibiu Natividade de deixar o País.

O instituto recebeu emendas de Mário Frias e assinou com a Prefeitura de São Paulo um contrato de R$ 108 milhões para instalar pontos de internet sem fio. A entidade também aparece em uma movimentação na qual R$ 8,55 milhões foram repassados a uma empresa que redistribuiu recursos para firmas registradas em nome de trabalhadores pobres.

A defesa de Natividade não havia se manifestado até a última atualização. Karina disse ter entregue mais de 20 mil páginas às autoridades e apresentou reclamação ao STF para questionar a competência da investigação, sem contestar o mérito. O prefeito Ricardo Nunes afirmou que uma apuração municipal não encontrou irregularidades no contrato.

A Polícia Federal apura qual era a função efetivamente exercida pelo tesoureiro e quem comandava as operações milionárias.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

NewsletterCinco leituras por manhã.

Mais lidos

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5