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Política

Flávio Bolsonaro decide apoiar PEC que acaba com escala 6 X 1

Senador do PL pretende defender melhores condições de trabalho e criticar medidas do governo Lula durante a votação no Senado.

Flávio Bolsonaro decidiu votar a favor da PEC que reduz a escala de trabalho 6 X 1, embora avalie que a proposta seja mal formulada e prejudicial à economia. A 1ª votação está marcada para 4ª feira (14.out.2026), no Senado.

A proposta reduz a jornada máxima semanal de 44 para 40 horas e prevê 1 dia a mais de folga para os trabalhadores. A avaliação da campanha do senador é que votar contra a medida prejudicaria sua candidatura à Presidência pelo PL.

Estratégia de discurso

A estratégia prevista é que Flávio defenda melhores condições de trabalho para os brasileiros e, ao mesmo tempo, critique medidas adotadas pelo governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), classificadas pela campanha como eleitoreiras e prejudiciais à economia. O argumento seria que essas medidas precisariam ser alteradas em caso de mudança de governo.

Lula pressionou publicamente o senador sobre a votação. Em 7 de outubro, afirmou: “Eu quero ver como é que o Flávio Bolsonaro vai votar.” Também desafiou o senador a votar a favor e a pedir que o PL apoiasse a proposta.

A oposição avalia que enfrentar a PEC seria politicamente negativo em qualquer cenário. Se o texto for aprovado, Lula poderá atribuir a si a iniciativa e dizer que os adversários precisaram apoiá-lo. Se for rejeitado, Flávio e o PL poderão ser apresentados como contrários aos trabalhadores.

O Senado retoma as discussões nesta 3ª feira (13.out), antes da votação. O governo conta com a aprovação e pretende usar o resultado como trunfo político no 2º turno. Para aprovar a PEC, são necessários ao menos 49 votos favoráveis em cada um dos 2 turnos.

Associações de várias áreas da economia criticam a proposta. Elas afirmam que o texto pode aumentar o desemprego, a inflação e os custos das empresas no Brasil em até R$ 267,2 bilhões.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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