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Política

Flávio Bolsonaro pressiona Cármen Lúcia por investigação de Moraes

Senador questionou se a ministra autorizará a apuração e convocou apoiadores para ato de 7 de Setembro em São Paulo.

Flávio Bolsonaro pressiona Cármen Lúcia por investigação de Moraes

O senador e candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) pediu que a ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), vote pela abertura de uma investigação contra Alexandre de Moraes. A cobrança foi feita durante uma transmissão nas redes sociais neste domingo (6).

Flávio afirmou que a posição da ministra será acompanhada pelo país e perguntou se ela protegerá o STF, a democracia e o Brasil ou se ficará ao lado de Moraes. Também disse que ainda não há previsão para o plenário do STF analisar a abertura da investigação e o envolvimento do ministro com Daniel Vorcaro.

“Quero muito ver como vai ser a votação da ministra Cármen Lúcia nesse julgamento agora na semana que vem”, afirmou Flávio.

Críticas a Moraes e elogio a Mendonça

Na transmissão, o senador elogiou o ministro André Mendonça, responsável pelo processo relacionado às conversas de Moraes com Daniel Vorcaro, banqueiro e ex-dono do Banco Master. Para Flávio, Mendonça atua de forma imparcial e justa.

Flávio também criticou a atuação de Moraes nos processos sob responsabilidade do ministro e afirmou que ele não teria condições de permanecer no STF. As declarações foram feitas enquanto o senador comentava informações que se tornaram públicas sobre o caso.

Convocação para ato em São Paulo

Flávio convocou apoiadores para o ato previsto para a tarde de 7 de Setembro, na Avenida Paulista, em São Paulo. Ele pediu a presença dos participantes às 15h. A equipe do candidato já preparava a mobilização, que deve usar símbolos associados a Jair Bolsonaro.

Durante a live, Flávio também mencionou os oito anos da facada sofrida por seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, em um ato de campanha em Juiz de Fora (MG), em 2018. Ele disse ter recebido dos advogados a informação de que Jair Bolsonaro está bem.

Adélio Bispo foi considerado inimputável por transtorno delirante persistente após exames psiquiátricos. A Justiça determinou sua internação em medida de segurança na Penitenciária Federal de Campo Grande (MS). A Polícia Federal concluiu, em 2018 e 2020, que ele agiu sozinho. Em 2025, o Superior Tribunal de Justiça confirmou a permanência definitiva de Adélio na unidade. A medida pode durar até 2038.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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