Wilson Grassi condicionou o apoio a Flávio Bolsonaro à adoção de medidas voltadas à proteção animal. O veterinário divulgou uma carta com 5 propostas para o candidato e disponibilizou um formulário para que seguidores também assinem o documento. Até a publicação, 132 pessoas haviam aderido.
A manifestação foi publicada nesta 4ª feira (14.out.2026), antes do 2º turno das eleições presidenciais, marcado para 25 de outubro. Grassi disputou a Presidência da República no 1º turno pelo Democrata.
Entre as exigências estão a criação de uma política nacional de proteção para animais domésticos e silvestres, a regulamentação da atividade de protetores comunitários e o apoio federal à implantação de hospitais veterinários públicos nos municípios brasileiros.
A carta também propõe políticas integradas de castração gratuita para reduzir o abandono e controlar a natalidade de animais. Para a fauna silvestre, Grassi pede medidas contra a caça, o tráfico e atropelamentos em rodovias, além de pesquisas biotecnológicas, como carne cultivada e proteínas vegetais.
Motivo citado para não apoiar Lula
Em vídeo publicado no Instagram, Grassi afirmou que a decisão também considera a posição de sua mãe, de 80 anos. Segundo o veterinário, ela rejeita o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, e o partido. Em uma publicação anterior, ele havia mostrado trechos de um vídeo em que ela critica a campanha de Lula e declara voto em Flávio.
“Eu não vou apoiar o Lula, isso já está decidido”, afirmou Grassi. Ele disse ainda que o plano de governo de Flávio não apresenta propostas para a causa animal, uma de suas principais bandeiras.
Na carta, o veterinário afirma que o compromisso público com as medidas consolidaria seu apoio e o engajamento de médicos-veterinários, profissionais de saúde e protetores de animais. O documento é endereçado diretamente a Flávio Bolsonaro.








