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Política

Janones anuncia comunidade no Instagram após bloqueio de canal no WhatsApp

Decisão de Nunes Marques suspendeu o canal “Exército do Lula”, que tinha 3,3 milhões de inscritos, por até o fim do 2º turno.

O deputado André Janones (Rede Sustentabilidade-MG) anunciou a criação de uma comunidade no Instagram depois que o Tribunal Superior Eleitoral determinou a suspensão do canal “Exército do Lula”, no WhatsApp. A plataforma reunia 3,3 milhões de inscritos e era usada na mobilização de apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A decisão foi tomada neste domingo (11.out.2026) pelo presidente do TSE, ministro Nunes Marques, a pedido da campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL). A alegação apresentada ao tribunal foi de que o canal disseminava informações falsas.

Janones afirmou que a medida não interromperia a mobilização e convocou os seguidores a migrarem para seu perfil no Instagram. Em vídeo publicado no X, classificou a decisão como “A censura já começou”. Ao anunciar a nova comunidade, o deputado também disse: “Nós vamos ficar muito mais fortes”.

Medidas determinadas pelo TSE

Nunes Marques ordenou que a Meta, responsável pelo WhatsApp, suspendesse o canal em até 3 horas após receber a notificação. A determinação impede novas publicações e a entrada de seguidores até a homologação do resultado do 2º turno das eleições.

Na decisão, o ministro afirmou que o canal funcionava como uma estrutura centralizada para distribuir conteúdos que já tinham sido considerados falsos pela Justiça Eleitoral. O canal havia sido criado por Janones depois do 1º turno das eleições.

A campanha de Flávio Bolsonaro informou ao TSE que 22 publicações do canal divulgavam informações falsas e tinham alcançado 20 milhões de reproduções. A representação também apontou 8 publicações com conteúdos proibidos pela Corte e 80 orientações para driblar mecanismos de controle do WhatsApp. As mensagens, os vídeos e as orientações de campanha eram favoráveis a Lula e contrários a Flávio Bolsonaro, adversário na disputa presidencial.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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