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Política

Li Chenggang ganha status de ministro antes de encontro entre China e EUA

Nomeação ocorre antes da reunião de Xi Jinping e Donald Trump, marcada para 24 de setembro, em Washington.

Li Chenggang ganha status de ministro antes de encontro entre China e EUA

As exportações chinesas para os Estados Unidos subiram 34,4% em agosto, para US$ 42,5 bilhões. O resultado marcou o 5º mês consecutivo de crescimento nas vendas de produtos da China ao mercado norte-americano, enquanto o comércio deve ser um dos temas centrais da reunião entre Xi Jinping e Donald Trump.

O Conselho de Estado da China nomeou Li Chenggang como representante internacional de comércio do país neste domingo (20.set.2026). O posto tem status equivalente ao de ministro e amplia a responsabilidade de Chenggang nas negociações econômicas e comerciais com os principais parceiros de Pequim.

O encontro entre Xi e Trump está previsto para 24 de setembro, em Washington. A reunião ocorrerá enquanto os Estados Unidos elevam as críticas às políticas comerciais chinesas e afirmam que o país promove exportações para prejudicar empresas de outros locais.

Experiência com os Estados Unidos

Chenggang também é vice-ministro do Comércio da China. Em abril de 2025, foi escolhido como representante internacional de comércio do ministério, em razão de sua experiência nas tratativas com os Estados Unidos.

Ele ocupou o cargo de ministro assistente do Comércio entre 2018 a 2021, período que inclui metade do 1º mandato de Trump na Casa Branca. Mais recentemente, Chenggang negociou com Jamieson Greer, representante comercial dos Estados Unidos, uma trégua nas tarifas entre os dois países.

As tarifas aplicadas por Estados Unidos e China chegaram a superar 100% no início de 2025. Desde então, a relação diplomática e comercial foi estabilizada. Os encontros entre Trump e representantes chineses na Coreia do Sul em 2025 e em Pequim em 2026 tiveram importância nas relações entre os países, mas Chenggang coordenou o esforço de negociação com a Casa Branca.

A nomeação indica a confiança de Pequim no desempenho do negociador. A China foi um dos poucos países a não ceder às pressões norte-americanas durante as tratativas comerciais.

Texto produzido pela Redação Janela do Fato com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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